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Bolsonaro sobre invasão do Capitólio: “Se tivermos voto eletrônico em 2022, vai ser a mesma coisa”

Anita Efraim
·1 minuto de leitura
Brazilian President Jair Bolsonaro speaks during a ceremony to present his nation's National Vaccination Plan Against COVID-19 at Planalto presidential palace in Brasilia, Brazil, Wednesday, Dec. 16, 2020. (AP Photo/Eraldo Peres)
(Foto: AP Photo/Eraldo Peres)

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) comentou a invasão do Capitólio por apoiadores de Donald Trump na última quarta-feira, 6. Para Bolsonaro, a situação nos Estados Unidos aconteceu por falta de confiança no sistema de votação norte-americano.

Bolsonaro ainda afirmou que, se o voto em 2022, próxima eleição presidencial no Brasil, acontecer por meio da urna eletrônica, “vai ser a mesma coisa”.

“Pessoal tem que analisar o que aconteceu nas eleições americanas agora. Basicamente, qual foi o problema, a causa dessa crise toda: falta de confiança no voto. Então, lá, o pessoal votou e potencializaram o voto pelos correios por causa da tal da pandemia e houve gente lá que votou três, quatro vezes, mortos votaram, foi uma festa lá. Ninguém pode negar isso daí”, disse Bolsonaro, sem apresentar provas.

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A lisura do processo eleitoral nos Estados Unidos foi atestada pelas autoridades do país, que confirmaram a eleição do democrata Joe Biden e asseguraram que a eleição foi a mais segura da história norte-americana. A versão de fraude é sustentada por Donald Trump, mesmo sem nenhum tipo de comprovação.

“A confiança levou a esse problema que aconteceu lá. E aqui no Brasil, se tivermos o voto eletrônico em 2022, vai ser a mesma coisa. A fraude existe. A imprensa vai falar ‘sem provas, disse que a fraude existe’, eu não vou responder mais esses canalhas da imprensa. Eu só fui eleito porque tive muito voto em 2018, tá? Não tô falando que vou ser candidato, que vou disputar as eleições”, afirmou, mais uma vez sem apresentar comprovações de qualquer tipo de fraude nas eleições presidenciais de 2018.

Alinhado a Donald Trump, Bolsonaro foi um dos últimos líderes mundiais a parabenizar Biden pela vitória.