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Bolsonaro quer mudança no BB com centrão de olho: Radar Político

Fernando Travaglini
·3 minuto de leitura

(Bloomberg) -- Jair Bolsonaro teria decidido pela exoneração do presidente do Banco do Brasil, André Brandão, segundo os jornais. Paulo Guedes tenta internamente demover Bolsonaro da ideia, de acordo com as reportagens. Se confirmada, a saída de Brandão viria após anúncio da desativação de mais de 100 agências e da aprovação de dois planos de desligamento incentivado voluntário pela instituição. A notícia mexeu com as ações do banco estatal, que caíram perto de 5% no pregão de quarta-feira, com receio de interferência política na instituição. Em comunicado, BB diz que não recebeu comunicação sobre saída do executivo.

Irritado

Bolsonaro não foi informado do plano de enxugamento de agências do BB nem do programa de demissão voluntária, anunciados no mesmo dia em que a Ford decidiu deixar o país, segundo o Valor, ao citar fontes. A notícia deixou Bolsonaro irritado e disposto a trocar o comando do banco, diz o jornal.

Centrão de olho

De acordo com o Valor, além do processo recente de reestruturação, o BB também sofre pressões de partidos do centrão por cargos de diretoria, incluindo a própria presidência.

Disputa no Senado

O candidato a presidência do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), ganhou novas adesões e já soma 42 votos, um além do necessário para a vencer a disputa, salvo eventuais traições, diz o Valor. Lançado pelo atual presidente Davi Alcolumbre (DEM-AP) e com a simpatia de Jair Bolsonaro, Pacheco deve receber quatro votos tucanos, além do apoio integral de PSD, PT, PSC, PL, Pros, Republicanos e PP, além do DEM. A adversária, Simone Tebet (MDB-MS), esperava ter a totalidade os votos dos tucanos, diz a reportagem. Ela conta hoje com partidos que somam 27 parlamentares, segundo a Folha. Aliados garantem, porém, que Simone tem como reverter o quadro, diz o Globo.

Na Câmara

O presidente Bolsonaro entrou no varejo das negociações para a sucessão do Legislativo e recebeu nesta quarta-feira sete deputados no Palácio do Planalto, cinco deles da bancada ruralista, para angariar votos para Arthur Lira (PP-AL), diz o Estado. Na outra ponta, Rodrigo Maia (DEM-RJ) pede votos para Baleia Rossi (MDB-SP).

Vacinação

O governo federal pretende dar início à vacinação contra a Covid-19 na próxima semana, com evento no Planalto no dia 19, segundo os jornais. Depois disso, as aplicações começarão pelas capitais. Um avião da Azul deve trazer as duas milhões de doses importadas da Índia neste fim de semana e, no domingo, a Anvisa realiza reunião, com transmissão ao vivo, para decidir sobre o uso emergencial tanto da vacina da AstraZeneca quando da Coronavac. Apesar da diretriz do Ministério da Saúde para que a imunização comece simultaneamente nos 26 estados e Distrito Federal, o governador de São Paulo, João Doria, disse querer iniciar o processo imediatamente após a aprovação, segundo a Folha.

Coronavírus

Brasil tem um total de 8.256.536 casos confirmados do novo coronavírus, com 60.899 registrados nas últimas 24 horas, segundo dados do Ministério da Saúde. Número de mortes aumentou 1.274, para 205.964.

Restrições

O governo de São Paulo adiantou a atualização de restrições contra a pandemia no estado, prevista inicialmente para fevereiro, para o dia 15 de janeiro, devido à piora nos indicadores da Covid-19. Média móvel dos últimos cinco dias no estado está acima de 10.000 casos e de 200 mortes e a taxa de ocupação de UTIs na região é de 66,3%, de acordo com a secretária da Saúde. O Reino Unido prepara restrições de viagens do Brasil para evitar que uma nova cepa da Covid-19 entre no país.

Outros destaques

Grupo de caminhoneiros chama greve para 1º de fevereiro: Valor

Manchetes dos jornais

O Estado de S. PauloCâmara dos EUA aprova pela 2ª vez impeachment de TrumpFolha de S.PauloTrump é impedido pela segunda vezO GloboVacinação deve começar pelas capitais na 4ª feiraValor EconômicoCanadense Couche-Tard quer Carrefour e oferece US$ 20 bi

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