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Bolsonaro passa mais de 1 hora acenando a motoristas à beira de estrada

Guilherme Caetano
·2 minutos de leitura
Presidente parou em posto da polícia em Registro (SP) para tirar fotos e causou cinco quilômetros de congestionamento na rodovia Régis Bittencourt
Presidente parou em posto da polícia em Registro (SP) para tirar fotos e causou cinco quilômetros de congestionamento na rodovia Régis Bittencourt

REGISTRO (SP) — Após cancelar uma agenda em Registro (SP), no Vale do Ribeira, o presidente Jair Bolsonaro passou cerca de uma hora e dez minutos acenando a caminhoneiros à beira da rodovia Régis Bittencourt, na manhã desta sexta-feira, na saída da cidade.

O presidente chegou às 13h10 a um posto da PRF, onde vestiu o boné da corporação e posou para fotos com os agentes. Acabada a sessão, ele se posicionou à beira da estrada e passou a acenar aos motoristas que buzinavam ao vê-lo. Ele estava acompanhado do filho Eduardo Bolsonaro, do irmão Renato e do ministro André Mendonça (Justiça e Segurança Pública).

A iniciativa do presidente causou um congestionamento de aproximadamente cinco quilômetros na estrada, que conecta São Paulo a Curitiba, cortando o Vale do Ribeira. Bolsonaro passou parte da infância na região.

Antes de ir embora, ele autorizou a aproximação de um grupo de 20 apoiadores, com os quais promoveu aglomerações. Quase nenhum deles usava máscara.

Mais cedo, a comitiva presidencial fez uma parada surpresa num posto de gasolina de Sete Barras, onde Jair Bolsonaro entrou na cozinha de uma lanchonete para cumprimentar as cozinheiras.

O presidente deveria ter visitado mais cedo o complexo educacional do Sesi e do Senai em Registro, mas cancelou a agenda por "problemas logísticos". Ele passou a noite em Eldorado, na casa da mãe Olinda, de 93 anos, e teve problemas para voar de helicóptero até o evento. O dia amanheceu com o tempo fechado.

A unidade educacional do Sesi tem capacidade para atender quase 800 alunos nós Ensinos Fundamental e Médio. Inaugurado no fim de 2019, o espaço recebeu investimentos de aproximadamente R$ 68 milhões. A pandemia, no entanto, adiou o início das aulas em março, que ainda não retomaram.

A visita deveria contar com a presença do presidente da Fiesp, Paulo Skaf, que também cancelou a vinda.

Na quinta-feira, Bolsonaro cumpriu duas agendas na região. Em Pariquera-Açu, ele esteve presente na apresentação do projeto de uma ponte sobre o rio que dá nome ao município. A obra visa desafogar o trânsito da cidade de 20 mil habitantes, dependente de uma única ponte.

No período da tarde, ele foi a Eldorado, cidade de 15 mil habitantes onde ele passou parte da infância, para apresentar o projeto de outra ponte, desta vez sobre o rio Ribeira. Após a tradicional transmissão ao vivo das quintas-feiras, Bolsonaro e seus irmãos passaram uma hora num restaurante de amigos da família.

No local, o presidente recebeu alguns presentes de moradores de Eldorado, como um chapéu de boiadeiro de Barretos e uma tábua de churrasco. Autografou a bandeira do Brasil, participou de videoconferências e se limitou a beber refrigerante e comer petiscos de queijo.