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Bolsonaro nomeia esposa do líder do governo na Câmara para conselho de Itaipu, com salário de R$ 25 mil

·1 minuto de leitura
Bolsonaro nega existência, mas diz não ver problema em gabinete paralelo no combate à Covid
*ARQUIVO* BRASÍLIA, DF, 10.03.2021 - O presidente Jair Bolsonaro participa de coletiva no Palácio do Planalto, em Brasília (DF). (Foto: Raul Spinassé/Folhapress)

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O presidente Jair Bolsonaro nomeou a ex-governadora do Paraná, Maria Aparecida Borghetti, como conselheira da hidrelétrica Itaipu Binacional. Ela é esposa do líder do governo na Câmara, o deputado Ricardo Barros (PP-PR).

A nomeação foi publicada no Diário Oficial da União nesta quinta-feira (6). O mandato vai até 2024. Segundo a assessoria da Itaipu, a remuneração mensal pela participação no conselho é de cerca de R$ 25 mil.

Também foi publicada a exoneração de Carlos Marun (MDB), um dos mais fiéis aliados do ex-presidente Michel Temer. Marun, que no governo Temer comandou a Secretaria-Geral da Presidência, foi indicado para Itaipu no último dia do mandato do emedebista. O mandato foi renovado e seguiria até 2024.

Quando deputado federal, Marun foi o líder da tropa de choque do ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha (MDB-RJ).

No início de 2019, Bolsonaro chegou a avaliar suspender a nomeação, mas, segundo o então ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni (DEM), o mandatário decidiu mantê-lo no posto por respeito a uma decisão do ex-presidente Temer.

Marun disse à Folha que a demissão estava sendo tratada há mais de 40 dias. Ele disse que está trabalhando politicamente numa terceira via para a próxima eleição.

Além disso, destacou que está empenhado no Projeto da Rota Bioceânica e, politicamente, no trabalho de valorização do legado do ex-presidente Michel Temer. "Essa atividade política mais intensa torna incompatível a minha permanência de uma função essencialmente técnica e, no fundo, de confiança do presidente."

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