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Bolsonaro: 'Grande problema para avançar no acordo Mercosul-UE é a França'

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(Arquivo) Bolsonaro ameaçou esta semana revelar uma lista de países que são críticos de sua política ambiental, mas que comprariam madeira extraída ilegalmente no Brasil
(Arquivo) Bolsonaro ameaçou esta semana revelar uma lista de países que são críticos de sua política ambiental, mas que comprariam madeira extraída ilegalmente no Brasil

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira que "o grande problema" para a implementação do acordo entre Mercosul e União Europeia " é a França, que age "em defesa própria" e dificulta o avanço do mesmo.

"A França é um concorrente nosso em commodities. O grande problema para a gente avançar no acordo da UE com o Mercosul é exatamente ela. Estamos fazendo o possível, mas a França, em defesa própria, nos atrapalha no tocante a isso aí, afirmou Bolsonaro durante sua transmissão ao vivo semanal no Facebook.

O acordo entre os dois blocos, fechado no ano passado após 20 anos de negociações para criar a maior zona de livre-comércio do mundo, ainda não foi ratificado por vários países europeus, entre eles a França, devido à preocupação com seus efeitos no meio ambiente. O tom das críticas subiu desde a chegada de Bolsonaro ao poder e a multiplicação dos incêndios e do desmatamento em áreas protegidas, principalmente na Amazônia.

Bolsonaro ameaçou esta semana revelar uma lista de países que são críticos de sua política ambiental, mas que comprariam madeira extraída ilegalmente no Brasil. Hoje, no entanto, disse que não culparia "países", e sim "empresas", e que constam da lista empresas francesas, sem citar nomes ou revelar que informação está nas mãos da Polícia Federal (PF). "A gente não vai acusar nenhum país de cometer um crime ou ser conivente, mas empresas poderiam estar nos ajudando a combater esse ilícito, interessa a nós qualquer ajuda neste sentido", declarou.

Segundo a impensa brasileira, o presidente acusa outros países de serem cúmplices da compra ilegal de madeira devido a uma operação da PF iniciada em 2017, na qual foi apreendida madeira extraída ilegalmente da Amazônia e cujo destino eram empresas de Alemanha, Bélgica, França, Holanda e Reino Unido, entre outros países.

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