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Bolsonaro garante Guedes no cargo e nega “aventura” na economia

·2 min de leitura
O ministro da Economia, Paulo Guedes, e o presidente Jair Bolsonaro (Foto: REUTERS/Adriano Machado)
O ministro da Economia, Paulo Guedes, e o presidente Jair Bolsonaro (Foto: REUTERS/Adriano Machado)
  • Bolsonaro fez um pronunciamento para dizer que tem "confiança absoluta" no ministro da Economia

  • Ambos se reuniram nesta sexta-feira (22)

  • O ministro negou que tenha pedido demissão do cargo

O presidente Jair Bolsonaro fez um pronunciamento para dizer que tem "confiança absoluta" no ministro da Economia, Paulo Guedes. Ambos se reuniram nesta sexta-feira (22). 

“Tenho confiança absoluta nele, ele entende as aflições que o governo passa. Assumiu em 2019, fez um brilhante trabalho, quando começou 2020, a pandemia, uma incógnita a para o mundo todo”, declarou Bolsonaro. 

Ao falar sobre o que o governo deverá fazer para pagar o novo benefício social, Guedes destacou que a equipe econômica tem compromisso com a responsabilidade fiscal."Nós estamos de olho nesses limites. Isso não é uma falta de compromisso. Não é isso que está acontecendo", afirmou. 

O ministro ainda negou que tenha pedido demissão. 

As especulações sobre uma possível saída de Guedes ganharam força depois que o secretário especial do Tesouro e Orçamento, Bruno Funchal, e o secretário do Tesouro Nacional, Jeferson Bittencourt, pediram exoneração na quinta-feira (20).

A saída de ambos foi anunciada após Guedes admitir que poderia ser feita uma manobra para permitir o pagamento do novo programa social do governo, o Auxílio Brasil, o que resultaria no descumprimento da regra do teto de gastos.

"Seria uma antecipação da revisão do teto de gastos que está (prevista) para 2026 ou se, ao contrário, mantém (o teto), mas por outro lado pede um 'waiver', pede uma licença para gastar essa camada temporária de proteção", disse Guedes.

O teto de gastos foi aprovado em 2016 e limita que o crescimento das despesas do governo federal fiquem acima da variação da inflação no ano anterior.

A criação do programa Auxílio Brasil, que vai substituir o Bolsa Família, tem gerado polêmica desde terça-feira (19), quando o governo faria um anúncio sobre o início do pagamento do benefício, mas a coletiva acabou cancelada.

Um dia após, porém, o ministro da Cidadania, João Roma, confirmou que o benefício no valor de até R$400 começará a ser pago a partir do mês que vem. 

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