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Bolsonaro exalta visita do secretário de Estado dos EUA ao Brasil

Folhapress
·2 minutos de leitura

Presidente escreveu em redes sociais que a viagem representa o quanto Brasil e Estados Unidos "estão alinhados na busca do bem comum" O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) defendeu, nesta madrugada, a visita do secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, a Roraima, na reta final da eleição americana. Nas redes sociais, Bolsonaro escreveu que a visita representa o quanto Brasil e Estados Unidos "estão alinhados na busca do bem comum". "Parabenizo o Presidente Donald Trump pela determinação de seguir trabalhando, junto com o Brasil e outros países, para restaurar a democracia na Venezuela", completou. Na sexta-feira (18), Pompeo desembarcou em Roraima para visita de um dia ao Brasil. Acompanhado pelo chanceler brasileiro, Ernesto Araújo, ele conheceu as instalações da Operação Acolhida e se reuniu com familiares de venezuelanos que migraram para o Brasil. "Nossa missão é garantir que a Venezuela tenha uma democracia. Nós vamos tirá-lo [Nicolás Maduro] de lá", disse Pompeo. O ditador venezuelano é um dos principais focos de ataque da campanha do republicano, que defende e aplica sanções contra o regime. A visita provocou a reação de políticos brasileiros. Ainda na sexta-feira, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que se tratava de uma "afronta às tradições de autonomia e altivez" da política externa brasileira. Maia também lembrou que os Estados Unidos estão em período eleitoral, na qual o presidente Donald Trump busca a reeleição. "A visita do Secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, nesta sexta-feira, às instalações da Operação Acolhida, em Roraima, junto à fronteira com a Venezuela, no momento em que faltam apenas 46 dias para a eleição presidencial norte-americana, não condiz com a boa prática diplomática internacional e afronta as tradições de autonomia e altivez de nossas políticas externa e de defesa", diz Maia na nota. O presidente da Câmara dos Deputados também afirmou que seria necessário manter um convívio pacífico com os países vizinhos.