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Bolsonaro diz que vai prorrogar por dois anos desoneração da folha de pagamento de 17 setores

·2 min de leitura
***ARQUIVO***BRASÍLIA, DF, 06.10.2021. - O presidente Jair Bolsonaro participa de cerimônia de recepção aos atletas olímpicos e paralímpicos que participaram das Olimpíadas de Tóquio. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)
***ARQUIVO***BRASÍLIA, DF, 06.10.2021. - O presidente Jair Bolsonaro participa de cerimônia de recepção aos atletas olímpicos e paralímpicos que participaram das Olimpíadas de Tóquio. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse nesta quinta-feira (11) que o governo vai prorrogar por dois anos a desoneração da folha de pagamento de 17 setores.

O governo era contrário à medida até este momento. Há um projeto que estende a desoneração até 2026 na Câmara e, por articulação de aliados do Planalto, a proposta não andava.

"Resolvemos prorrogar por mais dois anos a questão da desoneração da folha, inclusive [da] minha querida imprensa. Ninguém ficou de fora, nem vocês [jornalistas]", disse

"Isso tem a ver com a manutenção de emprego. Estamos numa situação de pós-pandemia", continuou o presidente, durante cerimônia no Palácio do Planalto.

A decisão ocorre após reunião do mandatário com Paulo Guedes (Economia) e Tereza Cristina (Agricultura), com a participação de representantes dos setores.

O governo alegava que não havia espaço orçamentário para a medida.

Em contrapartida à mudança de posição, o presidente pediu apoio dos setores à PEC dos Precatórios, que muda a regra de cálculo do teto de gastos e abre espaço no orçamento do ano que vem.

Aprovada na Câmara, a proposta enfrenta resistência no Senado. O governo precisa dela para pagar o Auxílio Brasil de R$ 400.

A desoneração da folha de pagamentos acabaria no final deste ano. Dentre os setores beneficiados, estão comunicação, indústria têxtil, construção civil, máquinas e transporte rodoviários, entre outros.

Em declaração no Palácio do Planalto, um grupo de representantes dos setores afirmou que vai trabalhar junto a parlamentares e outras lideranças políticas para aprovar a PEC dos Precatórios. Eles também disseram que, sem a extensão da desoneração, haverá demissões em diversos municípios brasileiros.

"Se por acaso não passasse a desoneração, nós teríamos demissão nessas cidades, o que é um caos. Porque nessas cidades não têm outro emprego", disse o presidente da ABT (Associação Brasileira de Telesserviços), John Anthony von Christian.

"A nossa missão agora é que a PEC dos precatórios passe no Senado. Nós vamos falar com nossas bases, com senadores e governadores, para que isso passe; e depois também vamos ajudar o governo nas novas reformas, como a administrativa, e outras que gerarão mais recursos para o Brasil."

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