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Bolsonaro diz que haverá novo reajuste nos combustíveis. Petróleo já subiu quase 4% desde a última alta da Petrobras

·1 min de leitura

RIO - O presidente Jair Bolsonaro afirmou neste domingo que os combustíveis devem ter novo reajuste devido à alta recente do petróleo. Desde o último aumento da gasolina, o petróleo já subiu quase 4%. Nesta segunda-feira, o barril do tipo Brent, referência no mercado internacional, segue em alta, cotado a US$ 86,35 o barril.

A Petrobras anunciou reajuste de 7,2% da gasolina em 8 de outubro. O novo preço nas refinarias passou a valer no dia seguinte, um sábado. No ano, o preço do combustível já subiu 62% para as distribuidoras.

Para o consumidor final, o reajuste é diferente, pois reflete o lucro das distriuidoras e impostos. Segundo a Agência Nacional do Petróleo, o preço médio da gasolina no país alcançou R$ 6,36 o litro. Em algumas cidades, já passou de R$ 7.

- Eu não tenho como interferir na Petrobras. Tenho falado com Guedes sobre o que vamos fazer com ela no futuro. A gente não vai interferir no preço de nada. Infelizmente pelos números do petróleo lá fora, infelizmente, nós teremos reajuste no combustível - disse Bolsonaro em entrevista coletiva ao lado do ministro da Economia, Paulo Guedes, no domingo.

O preço do petróleo e do dólar interferem diretamente nos reajustes. Desde o último aumento da gasolina, o Brent subiu de US$ 82,39 para US$ 85,53, avanço de 3,8%. O dólar, por sua vez, aumentou 2%, fechando em R$ 5,6302 na última sexta-feira.

Nesta terça-feira, a moeda americana abriu em alta, mas passou a cair ainda no início do pregão, embora opere acima de R$ 5,60.

A Petrobras reajustou o diesel no fim de setembro, levando a alta acumulada do combustível a 51% no ano.

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