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Bolsonaro diz que foi a quarto de Queiroga após saber de infecção e questinou se ministro iria usar 'outro medicamento'

·2 minuto de leitura

BRASÍLIA — O presidente Jair Bolsonaro foi ao quarto do ministro Marcelo Queiroga após saber que ele estava infectado e, segundo ele, perguntou se Queiroga iria esperar sentir falta de ar antes de procurar um hospital ou se iria usar um "medicamento outro qualquer". O relato foi feito pelo próprio presidente Bolsonaro durante solenidade alusiva aos 1000 dias de governo nesta segunda-feira, no Palácio do Planalto.

Em seu discurso, o presidente voltou a colocar em dúvida a eficácia das vacinas e defendeu que sua aplicação não seja obrigatória. Desde o surgimento do primeiro caso durante a viagem presidencial a Nova York, para a Assembleia Geral das Nações Unidas, três ministros tiveram resultado positivo para Covid-19: além de Queiroga, a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, e o Advogado-Geral da União, Bruno Bianco. O filho do presidente, Eduardo Bolsonaro, e o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, também estão infectados.

Bolsonaro afirmou que após ficar sabendo do resultado do teste de Queiroga, foi ao quarto do ministro. Lá, questionou Queiroga sobre se tinha tomado a vacina. Durante a conversa, Bolsonaro disse que questionou o ministro sobre se adotaria o tratamento precoce.

— Não vou falar tudo que conversei com ele. Mas me dirigi a ele e falei o seguinte: Vai seguir o protocolo do Mandetta, esperar sentir falta de ar ou vai partir pro medicamento outro qualquer. Não vou responder o que ele me disse — afirmou.

Logo depois, Bolsonaro voltou a colocar em dúvida a eficácia das vacinas. O presidente disse que não era "contra a vacina", caso contrário não teria destinado US$ 20 bilhões para sua aquisição. Ao mesmo tempo, contudo, disse que há "uma grande incógnita".

— Tereza Cristina tomou a vaicna e está em casa. O Bruno Bianco a mesma coisa. O meu filho, a mesma coisa. Ainda há uma grande incógnita nisso daí. Olha aí, prato feito para a imprensa dizer que eu sou negacionista — afirmoiu.

Todas as vacinas utilizadas no Brasil foram testadas e aprovadas pela Anvisa, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Com o avanço da vacinação no Brasil, o número de mortes vem diminuindo.

— Mas nós respeitamos a liberdade. Por mais que me acusem de atos antidemocráticos, são apenas acusações, ninguém mais do que eu respeita o direito de todos. A vacina não pode ser obrigatrória.

Bolsonaro, entretanto, destacou que defende a "liberdade" e voltou a defender que a vacina não é obrigatória. A vacinação no país já não é obrigatória. Bolsonaro, entretanto, vem se colocando contrário à proposta de um "passaporte sanitário", que exija a apresentação do cartão de vacinação para que se frequente alguns lugares.

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