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Bolsonaro defende voto impresso e alerta que derrotados podem não aceitar resultado e 'criar convulsão social'

·2 minuto de leitura

BRASÍLIA — O presidente Jair Bolsonaro voltou a atacar o ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), e defender a implantação do voto impresso nas eleições de 2022. Em transmissão feita nas suas redes sociais nesta quinta-feira, Bolsonaro afirmou que caso não exista o chamado "voto auditável" nas urnas do ano que vem, um lado poderia não aceitar os resultados da eleição e "criar uma convulsão no Brasil".

Apesar das declarações do presidente, nunca houve comprovação de fraudes no uso das urnas eletrônicas. O presidente já afirmou diversas vezes ter provas, mas nunca as apresentou.

O presidente vem defendendo há meses um projeto liderado pela deputada federal Bia Kicis (PSL-DF) que impõe a necessidade de impressão do voto. A medida, entretanto, encontra resistência do ministro Barroso, que afirma que sua implantação é impraticável.

— Vai ter sim, Barroso. Vamos respeitar o Parlamento. Caso contrário, teremos dúvidas nas eleições e podemos ter um problema seríssimo no Brasil. Pode um lado ou outro não aceita, criar uma convulsão no Brasil. Ou a preocupação dele é outra? É voltar aquele cidadão, o presidiário, para comandar o Brasil? — afirmou.

O presidente aproveitou para criticar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que vem se colocando como pré-candidato à Presidência no ano que vem e se reunido com diversos nomes da oposição. Bolsonaro afirmou, inclusive, que Lula já estaria negociando cargos.

Entre as alegações feitas pelo o presidente, sem qualquer evidência apresentada, estão que ele teria vencido a eleição no primeiro turno, que Aécio Neves teria sido eleito em 2014 e que tubos de cola seriam utilizados para impedir que determinados números da urna não funcionassem.

— Se acerta o placar de votação no TSE. Isso pode acontecer sim. Neguinho invade tudo, invade até a NASA. Invade os computadores dos ministérios aqui à vontade, na última eleição teve atraso por invasão. O que queremos na verdade? É a certeza do voto — disse o presidente.

Apesar do discurso sobre a eleição, o presidente afirmou que ainda decidirá se será candidato à reeleição. Bolsonaro, entretanto, costuma em diversos momentos fazer referência a 2022. Nesta quarta-feira, em reunião com deputados federais do PSL, indicou que deverá confirmar nas próximas semanas sua filiação ao Patriota. Os parlamentares esperarão a abertura da janela partidária para trocar de partido.

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