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Bolsonaro assina medida provisória para limitar poder moderador das redes sociais

·2 minuto de leitura
(Arquivo) Em meio à queda de sua popularidade, Bolsonaro convocou a mobilização de suas bases no feriado de 7 de setembro, com protestos previstos para acontecer nas principais capitais do país (AFP/EVARISTO SA)

O presidente Jair Bolsonaro assinou nesta segunda-feira uma medida provisória que altera as regras de moderação de conteúdo nas redes sociais e, segundo críticos, dificulta o combate à desinformação.

O Facebook considerou a medida inconstitucional e opositores anunciaram que irão recorrer à Justiça para freá-la.

A norma, que tem efeito imediato, mas precisa ser aprovada pelo Congresso para se tornar lei, altera o Marco Civil da Internet e, segundo a Secretaria de Comunicação do governo, visa a combater "a remoção arbitrária e imotivada de contas, perfis e conteúdo por provedores".

O presidente, que já teve conteúdo removido de suas redes por divulgar informações falsas sobre a Covid-19, classifica de censura o bloqueio de contas ou a remoção de conteúdo que as plataformas aplicaram contra ele e apoiadores.

O texto estabelece uma série de hipóteses em que haveria “justa causa” para remover conteúdo ou suspender usuários (cometer crimes, violência, entre outros) e impõe novos protocolos às plataformas para aplicar esses bloqueios.

"Essa medida provisória limita de forma significativa a capacidade de limitar abusos em nossas plataformas", afirmou um porta-voz do Facebook em e-mail enviado à AFP. A rede social “concorda com a manifestação de diversos especialistas e juristas, que veem a medida como uma violação de direitos constitucionais".

O deputado da oposição Alessandro Molon, relator do Marco Civil da Internet (MCI), em vigor desde 2014, afirmou que prepara uma ação na Justiça para derrubar a medida assinada por Bolsonaro. “O objetivo dele não é proteger a liberdade de expressão, o MCI já faz isso. O que ele deseja é impedir que a desinformação e o discurso de ódio que ele e seus apoiadores espalham possam continuar a ser removidos pelas plataformas”, criticou.

Bolsonaro anunciou a medida na véspera de um dia de manifestações convocadas por ele e seus apoiadores mais fervorosos em Brasília, São Paulo e outras cidades, nas quais se temem episódios de violência caso as mesmas cruzem com opositores.

mel/lm/lb

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