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Bolsonaro afirma que não vai regular preços da Petrobras

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Bolsonaro enfrenta pressão relacionada ao aumento da inflação. Foto: Getty Images.
Bolsonaro enfrenta pressão relacionada ao aumento da inflação. Foto: Getty Images.
  • "Não tenho poder sobre a Petrobras", disse o presidente da república

  • Bolsonaro enfrenta pressão relacionada ao aumento da inflação

  • O político afirmou que não vai desfazer contratos de compra de combustíveis

O presidente da república Jair Messias Bolsonaro disse na sexta-feira que não vai interferir nas políticas internas da Petrobras, tampouco praticar o congelamento de preços de combustíveis. Segundo o político, ele não tem “poder sobre a Petrobras”. Bolsonaro afirmou também que sua postura se deve à "experiência de congelamento no passado". As declarações foram feitas durante evento relacionado à 1ª Feira Brasileira do Nióbio, em Campinas, no interior de São Paulo.

O chefe do executivo afirmou ter tratado do assunto com Paulo Guedes, que comanda o Ministério da Economia. O governo federal se encontra sob pressão da opinião pública devido aos indicadores recentes de inflação e uma cobrança para reverter a crise. Mesmo em meio ao aumento geral de preços, Bolsonaro não tem intenção de regular os preços dos combustíveis, um dos maiores motivadores da inflação.

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Dentro do panorama, estão as negociações para o lançamento do programa Auxílio Brasil, a versão rebatizada de Bolsonaro do já existente Bolsa Família. A estreia do benefício seria uma dos supostos trunfos do governo para a campanha eleitoral do ano que vem.

O presidente também garantiu a manutenção dos contratos relacionados à compra de gasolina, cujo preço é indexado à cotação do dólar.

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