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Bolsonaro admite volta de auxílio emergencial mas diz que pagamento será feito com endividamento

Lisandra Paraguassu
·2 minuto de leitura
Presidente Jair Bolsonaro durante entrevista coletiva no Palácio do Planalto

Por Lisandra Paraguassu

BRASÍLIA (Reuters) - O presidente Jair Bolsonaro admitiu nesta quarta-feira que um novo auxílio emergencial voltou a ser discutido, mas advertiu que "não há dinheiro no cofre" e qualquer pagamento será feito com endividamento do governo.

"A arrecadação esteve praticamente equivalente nos municípios tendo em vista o auxílio emergencial, que volta a ser discutido e que eu falo: não é dinheiro que eu tenho no cofre, é endividamento. Isso é terrível também. A economia tem que pegar. Temos que voltar a trabalhar", disse o presidente durante um encontro com prefeitos no Ministério da Educação.

O vídeo do encontro foi divulgado nas redes sociais de um dos participantes do evento.

Por pressão do Congresso, o governo admitiu discutir uma nova versão do auxílio emergencial pago até dezembro aos vulneráveis afetados pelos impactos da pandemia de Covid-19. O novo modelo seria menor, com apenas três parcelas de 200 reais e pago apenas para pessoas que já tiveram auxílio, estão desempregadas e não recebem o Bolsa Família.

O governo agora busca uma forma de bancar o auxílio sem furar a regra do teto de gastos ou criar uma alternativa legal, como estado de emergência, que permita o governo quebrar a regra.

Convencido pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, que o governo não tinha condições de manter o auxílio, Bolsonaro havia afirmado várias vezes que o governo não renovaria o benefício. No entanto, a pressão do Congresso aumentou significativamente com o repique da epidemia de Covid-19 e os dados que mostram que a maioria das pessoas que perderam o auxílio não conseguiram uma nova forma de renda.

A pressão aumentou ainda quando os novos presidentes da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), colocaram a volta do auxílio como uma das prioridades das duas Casas neste primeiro semestre.