Mercado fechado
  • BOVESPA

    114.647,99
    +1.462,52 (+1,29%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    52.798,38
    +658,14 (+1,26%)
     
  • PETROLEO CRU

    82,66
    +1,35 (+1,66%)
     
  • OURO

    1.768,10
    -29,80 (-1,66%)
     
  • BTC-USD

    61.588,68
    +2.254,73 (+3,80%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.464,06
    +57,32 (+4,07%)
     
  • S&P500

    4.471,37
    +33,11 (+0,75%)
     
  • DOW JONES

    35.294,76
    +382,20 (+1,09%)
     
  • FTSE

    7.234,03
    +26,32 (+0,37%)
     
  • HANG SENG

    25.330,96
    +368,37 (+1,48%)
     
  • NIKKEI

    29.068,63
    +517,70 (+1,81%)
     
  • NASDAQ

    15.144,25
    +107,00 (+0,71%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,3297
    -0,0741 (-1,16%)
     

Bolsonaro abre Assembleia Geral na ONU, em Nova York

·1 minuto de leitura

BRASÍLIA - O presidente Jair Bolsonaro abre nesta terça, pouco depois das 10h, a 76ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, mantendo a tradição dos presidentes brasileiros desde 1955. Depois de ganhar notoriedade por ser um dos únicos líderes mundiais que ainda não tomou vacina, Bolsonaro tratará em seu discurso de temas como a pandemia e o meio ambiente. Assista ao vivo aqui:

Esta é a terceira vez que Bolsonaro participa do evento. No ano passado, com a Assembleia Geral 100% virtual por causa da pandemia, o presidente tentou se defender das críticas sobre a gestão da Covid-19 dizendo que a imprensa brasileira "politizava o vírus, disseminando o pânico entre a população". Segundo o presidente, ao defender que as pessoas ficassem em casa durante período de isolamento social, como recomendavam os especialistas de saúde, os veículos "quase trouxeram o caos social ao país".

Em 2019, Bolsonaro fez o seu discurso inaugural com ataques indiretos a outros líderes internacionais, críticas a Cuba, à Venezuela, à mídia e a própria ONU, além de várias referências a um mal definido "socialismo", segundo ele uma "ideologia" que busca um "poder absoluto". O presidente reforçou temas de campanha e criticou "antecessores socialistas".

A resposta do governo federal à pandemia de Covid-19 virou motivo de críticas dentro e fora do país: com mais de 21,2 milhões de casos registrados, o Brasil é a terceira nação do planeta com o maior número de infecções, atrás apenas dos Estados Unidos e da Índia. No número de mortes, é o vice-líder, atrás apenas dos EUA. Desde o início da crise sanitária, já morreram mais de 590 mil brasileiros.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos