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Bolsonaro é aguardado no Ministério da Economia para reunião com Paulo Guedes nesta tarde

·2 min de leitura

BRASÍLIA — O presidente Jair Bolsonaro é esperado no prédio Ministério da Econonia na tarde desta sexta-feira para se reunir com o ministro Paulo Guedes, em meio a dúvidas sobre a permanência do ministro no posto de chefe da equipe econômica.

Integrantes da comitiva de Bolsonaro estão na sede do Ministério. As agendas das autoridades não previam o encontro.

Depois da saída de quatro secretários do Ministério da Economia no começo da noite desta quinta-feira, Bolsonaro disse que o ministro continuaria no governo.

Mudanças no Ministério da Economia

Além da discordância em relação à revisão do teto de gastos, o receio de se tornarem alvo de investigações de órgãos como o Tribunal de Contas da União (TCU) e o Ministério Público também motivou a nova debandada da equipe de Paulo Guedes.

Bruno Funchal, que pediu demissão nesta quinta-feira do cargo de Secretário do Tesouro e Orçamento, era um dos que mais resistiam à ideia da revisão do teto. Além dele, também pediram afastamento o secretário do Tesouro Nacional, Jeferson Bittencourt, e os secretários adjuntos de Funchal e de Bittencourt, respectivamente Gildenora Dantas e Rafael Araújo.

O teto de gastos é uma regra fiscal que limita o crescimento de despesas da União à inflação do ano anterior. Ou seja, na prática, não há aumento real de despesas. Para viabilizar o pagamento do novo Auxìlio Brasil de R$ 400, essa fórmula foi alterada na PEC dos Precatórios, aprovada em comissão especial da Câmara dos Deputados ontem.

Ao comentar sobre a proposta de oferecer o pagamento de R$ 400 a cerca de 750 mil caminhoneiros para compensar a alta do preço dos combustíveis, Bolsonaro disse que o mercado fica "nervosinho" e afirmou que deverá ocorrer novo reajuste do preço dos combustíveis.

Bruno Funchal, que pediu demissão nesta quinta-feira do cargo de Secretário do Tesouro e Orçamento, era um dos que mais resistiam à ideia da revisão do teto. Além dele, também pediram afastamento o secretário do Tesouro Nacional, Jeferson Bittencourt, e os secretários adjuntos de Funchal e de Bittencourt, respectivamente Gildenora Dantas e Rafael Araujo.

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