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Bolsas de NY vão a novas máximas com redução dos temores sobre coronavírus

André Mizutani

O Dow Jones fechou em alta de 0,94%, a 29.551,42 pontos, o S&P 500 avançou 0,65%, a 3.379,45 pontos, e o Nasdaq subiu 0,90%, a 9.725,96 pontos Os índices acionários de Nova York anotaram nesta quarta-feira (12) um novo recorde triplo, impulsionados mais uma vez pelo otimismo alimentado por uma aparente redução no ritmo de disseminação do coronavírus na China.

O Dow Jones fechou em alta de 0,94%, a 29.551,42 pontos, o S&P 500 avançou 0,65%, a 3.379,45 pontos, e o Nasdaq subiu 0,90%, a 9.725,96 pontos. Os três índices renovaram suas máximas históricas, com o S&P 500 e o Nasdaq estendendo ganhos após os recordes de terça (11).

As autoridades de Hubei — província cuja capital, Wuhan, é o epicentro da epidemia de coronavírus — disseram que havia 1.638 novos pacientes infectados hoje. O número é quase um terço menor do que os novos casos do dia anterior, sugerindo que a disseminação da doença possa estar se estabilizando na região. Já a Comissão Nacional de Saúde do país asiático afirmou que 2.015 novos casos da doença foram registrados nas últimas 24 horas em toda a China continental, o que representa o segundo dia seguido de queda no número de novos infectados. O número total de casos confirmados da doença na China continental é de 44.653.

"O coronavírus ainda é o centro da narrativa", disse James Athey, gerente sênior de investimentos da Aberdeen Standard Investments, à Dow Jones Newswires. Athey disse que o impacto econômico da epidemia ainda é incerto.

Dez dos 11 setores do S&P 500 fecharam em alta, com apenas as ações de consumo básico — setor considerado mais defensivo — fechando em leve queda, de 0,04%. As ações de energia lideraram os ganhos na sessão com alta de 1,36%, impulsionadas por uma disparada dos preços do petróleo, enquanto as ações de tecnologia subiram 1,06%, acumulando, agora, ganhos de mais de 10% em 2020.