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Bolsas de NY recuam, com receios sobre aumento de casos de covid-19

André Mizutani, Gabriel Roca e Rafael Vazquez
·3 minuto de leitura

As perdas hoje foram generalizadas em Wall Street, com todos os 11 setores do S&P 500 encerrando a sessão em queda Os índices acionários de Nova York fecharam em forte queda nesta segunda-feira (26), acentuando as perdas durante a tarde, em meio aos temores em torno do elevado número de casos de covid-19 nos Estados Unidos e na Europa, além do impasse nas negociações de novos estímulos fiscais, em Washington. O Dow Jones fechou em queda de 2,29%, a 27.685,38 pontos, enquanto o S&P 500 recuou 1,86%, a 3.400,97 pontos, e o Nasdaq cedeu 1,64%, a 11.358,94 pontos. Em um dia bastante negativo, o índice de volatilidade VIX encerrou o dia em alta de 17,82%, a 32,46 pontos. As perdas hoje foram generalizadas em Wall Street, com todos os 11 setores do S&P 500 encerrando a sessão em queda, e seis deles (energia, tecnologia, serviços de comunicação, financeiro, industrial e de materiais) encerraram o dia com perdas de mais de 2%. Entre os 30 componentes do índice de blue chips Dow Jones, apenas a Apple encerrou o dia em terreno positivo, fechando a sessão em leve alta de 0,01%. A ação da American Express liderou as perdas no dia, recuando 4,06%, seguida pela queda de 3,90% da ação da Boeing. As infecções por covid-19 seguem aumentando nos EUA, ao mesmo tempo em que a Europa também enfrenta uma onda de novos casos, levando Espanha e Itália a restabelecerem restrições mais rígidas à atividade econômica, em novos esforços para conter o avanço da pandemia. Os EUA reportaram 83.757 novos casos da doença na última sexta-feira (23), dado que superou o recorde anterior de 77.632 registrado no dia 16 de julho, segundo informou o "Wall Street Journal", citando dados compilados pela Universidade Johns Hopkins. Embora o número tenha recuado um pouco no fim de semana, ele permaneceu acima dos 60 mil no domingo (25), alimentando temores sobre o progresso da doença. O mau humor do mercado acionário americano foi alimentado também pelo fracasso dos legisladores em Washington de chegar a um acordo sobre um novo pacote de estímulos fiscais. A presidente da Câmara dos Deputados dos EUA, a democrata Nancy Pelosi, disse à CNN ontem que esperava ter uma resposta do secretário do Tesouro americano, Steven Mnuchin, ainda nesta segunda sobre os receios dos legisladores democratas com o acordo sendo negociado. Pelosi disse que, embora ainda tenha esperanças de fechar um acordo, o seu partido ainda não recebeu um comunicado formal da Casa Branca sobre quanto financiamento será fornecido para os governos estaduais e locais. Os investidores se preparam para uma semana carregada de resultados corporativos, com cerca de um terço das companhias do S&P 500 reportando seus lucros trimestrais, incluindo as gigantes americanas de tecnologia. A Microsoft divulga seus resultados trimestrais amanhã, após o fechamento, enquanto Apple, Amazon, Alphabet e Facebook divulgam os seus balanços na quinta-feira (29). Até a sexta-feira passada, 27% das companhias que compõem o S&P 500 já haviam reportado seus resultados trimestrais, com 84% dos balanços superando as expectativas de consenso, de acordo com dados da FactSet. Apesar da proporção elevada de surpresas positivas, as companhias reportaram, em média, uma queda de 16,5% nos lucros do terceiro trimestre.