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Bolsas de NY recuam à espera do primeiro debate presidencial nos EUA

·3 minutos de leitura

Os investidores também atribuíram a pausa na demanda por risco às incertezas relacionadas aos estímulos fiscais nos EUA Após um dia de ganhos fortes na véspera, os índices acionários em Nova York encerraram a terça-feira (29) em queda. Os investidores atribuíram a pausa na demanda por risco às incertezas relacionadas aos estímulos fiscais nos Estados Unidos e ao debate entre os candidatos à presidência do país na noite de hoje, já que a corrida eleitoral pode marcar o início de um período de maior volatilidade nos mercados. Na Bolsa de Valores de Nova York (Nyse), o Dow Jones fechou em queda de 0,48%, aos 27.452,66 pontos, enquanto o S&P 500 recuou 0,48%, aos 3.335,47 pontos. O índice eletrônico Nasdaq perdeu 0,29%, encerrando o pregão de hoje aos 11.085,25 pontos. A equipe de pesquisa de portfólio do Goldman Sachs afirma que o primeiro debate presidencial entre o presidente, Donald Trump, e o ex-vice-presidente Joe Biden pode ser um importante catalisador para os investidores avaliarem riscos. Os analistas, liderados por Christian Mueller-Glissmann, afirmam que permaneceram "pró-risco" no cenário atual, mas alertaram que ativos de risco devem ficar presos a uma faixa restrita de negociação, a menos que a incerteza eleitoral diminua. “Embora mantenhamos uma postura bastante pró-risco em nossa alocação de ativos, a volatilidade provavelmente permanecerá elevada no curto prazo e os ativos de risco podem continuar parados em uma faixa 'gorda e plana'”, disse a equipe do banco de investimento. No entanto, parte dos agentes financeiros não acredita que os debates presidenciais devam ter influência muito elevada na trajetória dos ativos financeiros. Paul Schatz, presidente da Heritage Capital, afirma que há uma baixa probabilidade de que o debate dite os rumos do mercado. “Não importa o que o mercado fará amanhã; não será por causa do debate, independentemente do que digam os especialistas e a mídia”, afirmou. Pacote de estímulos Em meio à corrida eleitoral no país, os congressistas em Washington ainda permanecem tentando destravar o impasse relacionado ao novo pacote de estímulos fiscais nos EUA. Hoje, a presidente da Câmara dos Deputados dos EUA, Nancy Pelosi, afirmou que tem esperanças de chegar a um acordo com a Casa Branca ainda nesta semana para aprovar um novo suporte à economia. A declaração foi dada após uma conversa com o secretário do Tesouro americano, Steven Mnuchin, que lidera as negociações dentro do governo Trump. Apesar da fala de Pelosi, alguns republicanos e integrantes do governo já sinalizaram que acham os valores apresentados pelos democratas altos demais. "Uma combinação da situação com a Suprema Corte e o fato de os democratas não estarem dispostos a dar a Trump um grande estímulo fiscal pouco antes da eleição torna bastante improvável que algo seja aprovado", disse Sebastian Mackay, administrador de fundos multimercados da Invesco, à Dow Jones Newswires. Destaques do dia Os setores que apresentaram os melhores desempenhos no rali da véspera, o de energia e o financeiro, foram justamente os que mais recuaram nesta terça-feira. O setor de energia caiu 2,73%, liderando as quedas setoriais dentre os 11 índices do S&P 500. Já os papéis do segmento financeiro recuaram 1,15%, também figurando como destaque negativo do pregão.