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Bolsas de NY acentuam queda com avanço da covid e impasse sobre estímulos

Rafael Vazquez, Gabriel Roca e André Mizutani
·2 minuto de leitura

Índice de volatilidade do S&P 500, conhecido como o "termômetro do medo de Wall Street", opera em forte alta, acima dos 31 pontos As bolsas de Nova York acentuaram mais as quedas no início desta tarde e agora os três principais índices de Wall Street operam com perdas superiores a 2%. No caso do Dow Jones, a queda superava os 3% por volta das 14h20. Na Bolsa de Valores de Nova York (Nyse), o Dow Jones operava em queda de 3,10%, aos 27.456,91 pontos, enquanto o S&P 500 recuava 2,58%, aos 3.376,15 pontos. O índice eletrônico Nasdaq recuava 2,39%, aos 11.272,49 pontos. Os 30 componentes do Dow Jones operam em queda, liderados pela American Express, que cai 5%. O VIX, índice de volatilidade da Cboe conhecido como “termômetro do medo de Wall Street”, saltava 17,46%, aos 32,36 pontos, acima dos 31 pontos pela primeira vez em mais de 30 dias. As infecções por covid-19 seguem aumentando nos EUA, ao mesmo tempo em que a Europa também enfrenta uma onda de novos casos, o que levou a Espanha e a Itália restabelecer restrições mais rígidas à atividade econômica, em novos esforços para conter o avanço da pandemia. Os EUA relataram 83.757 novos casos de covid-19 na sexta-feira, dado que superou o recorde anterior de 77.632 registrado no dia 16 de julho, segundo informou o "The Wall Street Journal", citando dados compilados pela Universidade Johns Hopkins. Em meio ao crescimento acelerado da pandemia nos EUA, os políticos em Washington não parecem caminhar na direção de um acerto sobre o novo pacote de estímulos fiscais no país. Segundo a imprensa americana, a presidente da Câmara dos Deputados, a democrata Nancy Pelosi, e o secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, voltarão a se reunir nesta tarde, mas a expectativa em torno da chance de republicanos e democratas chegarem a um acerto antes da eleição de 3 de novembro é baixa a esta altura.