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Bolsas de NY fecham melhor semana desde julho com expectativa sobre estímulos

André Mizutani e Gabriel Roca
·3 minutos de leitura

O S&P 500 fechou em alta de 0,88%, a 3.477,13 pontos, o Dow Jones avançou 0,57% na sessão, a 28.586,90 pontos, e o Nasdaq fechou em alta de 1,39%, a 11.579,94 pontos Os índices acionários de Nova York fecharam em alta nesta sexta-feira (9), encerrando a melhor semana desde o começo de julho, com uma redução dos temores de que o resultado da eleição presidencial de novembro seja contestado. O S&P 500 fechou em alta de 0,88%, a 3.477,13 pontos, acumulando ganhos de 3,84% na semana. O Dow Jones avançou 0,57% na sessão, a 28.586,90 pontos, e subiu 3,27% na semana, enquanto o Nasdaq fechou em alta de 1,39%, a 11.579,94 pontos, acumulando ganhos de 4,56% na semana. O catalisador para os ganhos dos índices de Nova York nesta semana foram as perspectivas mais otimistas de novos estímulos fiscais nos Estados Unidos. Hoje, a Casa Branca anunciou que está preparando uma oferta de US$ 1,8 trilhão em estímulos à economia americana, sua maior proposta até agora nas negociações com os legisladores do Partido Democrata no Congresso, segundo pessoas familiarizadas com as discussões ouvidas pelo "Wall Street Journal". O secretário do Tesouro americano, Steven Mnuchin, deve discutir a nova proposta com a presidente da Câmara dos Deputados, Nancy Pelosi, ainda nesta sexta-feira. A nova oferta da Casa Branca diminui ainda mais a distância entre o governo e as lideranças democratas sobre os valores do projeto. Mesmo antes deste último avanço, porém, os investidores têm mostrado maior confiança em novos estímulos, conforme o candidato democrata à presidência, Joe Biden, amplia a sua vantagem nas pesquisas sobre o presidente Donald Trump. "Uma margem ampla de vitória reduz o risco de resultados atrasados ou contestados, mas isso não significa que ele está inteiramente ausente", diz Joshua Younger, diretor-gerente do J.P. Morgan, à Dow Jones Newswires. Ainda assim, Younger aponta que, após as pesquisas realizadas depois do último debate presidencial e do diagnóstico de que o presidente Donald Trump contraiu a covid-19, "há uma sensação geral de que a gama de resultados possíveis é mais estreita hoje do que há algumas semanas". O presidente está atrás de Joe Biden por uma média de 9,7 pontos percentuais nacionalmente, de acordo com a média das pesquisas do Real Clear Politics. Na eleição presidencial de 2016, porém, as pesquisas indicavam uma provável vitória da candidata democrata Hillary Clinton sobre Trump. A perspectiva de uma vitória decisiva dos democratas na eleição abre, por sua vez, a possibilidade de um cenário em que o partido de Biden assume a maioria tanto na Câmara dos Deputados quanto no Senado americanos. Isso, por sua vez, poderia destravar as negociações de estímulos fiscais americanos, caso um acordo não seja alcançado até o ano que vem. O relativo alívio dos investidores pressionou as ações dos setores imobiliário (-0,30%) e de serviços de utilidade pública (-0,04%), considerados mais defensivos. Na ponta positiva da sessão, as ações de tecnologia subiram 1,54%, enquanto as de consumo discricionário avançaram 1,50%.