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Bolsas de NY abrem em alta, com novos recordes em rali de fim de ano

Gabriel Roca

Volume dos negócios em Wall Street diminui com a proximidade das festas Os principais índices acionários de Nova York iniciaram a sessão desta sexta-feira em alta consistente, superando com folga suas máximas históricas intradiárias, à medida que o volume dos negócios em Wall Street diminui com a proximidade das festas de fim de ano.

Ainda otimistas com o anúncio de que Estados Unidos e China chegaram a um acordo comercial de "fase um" e com evidências de que a economia americana segue saudável, os investidores dão sequência ao rali no mercado de renda variável.

Mais cedo, a terceira estimativa do PIB dos EUA no terceiro trimestre confirmou um crescimento de 2,1%, correspondendo às expectativas de consenso do mercado, com o forte gasto do consumidor compensado pelo menor investimento corporativo.

Por volta de 12h10, na Bolsa de Valores de Nova York (Nyse), o Dow Jones avançava 0,33%, para 28.469,55 pontos, enquanto o S&P 500 subia 0,39%, a 3.217,82 pontos. O índice eletrônico Nasdaq registrava ganhos de 0,29%, para 8.912,98 pontos. Os três índices anotaram novas máximas históricas intradiárias nos primeiros minutos de negócios desta sexta-feira.

No entanto, alguns investidores alertaram que o mercado pode sofrer um recuo modesto após o Dow Jones e o S&P 500 terem fechado seis das sete últimas sessões com ganhos. O Nasdaq entrou hoje no seu oitavo dia de ganhos consecutivos.

“A força dos mercados continua a indicar que o rali do final do ano está em boa forma, mas poderá em breve começar a digerir seus ganhos. Em outras palavras, uma consolidação”, escreveu Peter Cardillo, economista-chefe de mercado da Spartan Securities, em uma nota diária enviada a clientes.

Os onze índices setoriais do S&P 500 avançam na sessão, com alta mais acentuada no setor de consumo básico, com os investidores animados com os dados de consumo divulgados no PIB do terceiro trimestre. As ações da Caterpillar lideram os ganhos dentro do índice de blue chips, em alta de mais de 1%.