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Bolsas mundiais sobem enquanto EUA vivem incerteza eleitoral

Ali BEKHTAOUI
·3 minuto de leitura
Uma empresa de câmbio em Tóquio, em 4 de novembro de 2020
Uma empresa de câmbio em Tóquio, em 4 de novembro de 2020

As principais Bolsas mundiais mostraram força nesta quarta-feira (4) apesar da incerteza na contagem dos votos das eleições presidenciais nos Estados Unidos.

A Bolsa de Valores de Nova York fechou com forte alta, impulsionada pelos gigantes da tecnologia. 

O Dow Jones Industrial Average ganhou 1,34% para 27.847,66 pontos e a tecnologia Nasdaq aumentou 3,85% para 11.590,78 unidades. Já o S&P 500 ganhou 2,2%, para 3.443,44 pontos.

Após abertura em queda, alguns mercados europeus se recuperaram e fecharam em alta. 

Londres teve alta de 1,7%, Frankfurt de 2%, Paris de 2,4%, Madri de 0,45% e Milão de 1,96%. 

Wall Street abriu com alta de 0,91%, e o índice Nasdaq, de tecnologia, subia 2,59%. 

Na Ásia, o índice Nikkei da Bolsa de Tóquio fechou em forte alta, de 1,72%. 

O Hang Seng de Hong Kong terminou com perda de 0,21%, o índice de Xangai subiu 0,19% e o de Shenzhen 0,31%.

Além da eleição nos Estados Unidos, os mercados chineses sofriam o golpe do anúncio da véspera do adiamento do IPO do Ant Group, gigante do pagamento online chinês, o que pesou sobre as ações do Alibaba.

Donald Trump reivindicou a vitória nas eleições, embora a contagem dos votos ainda esteja em andamento, especialmente em vários estados importantes. 

"Há uma grande incerteza sobre o que Trump diz sobre a fraude nas eleições e sua intenção de apelar à Suprema Corte", afirmou à AFP o analista Naeem Aslam.

"Trump acaba de declarar guerra", acrescentou Neil Wilson, da Markets.com, para quem essas declarações do presidente explicam a queda inicial dos índices.

No meio da jornada, a incerteza cresceu diante da suposta recuperação do seu rival democrata, Joe Biden, que apresentava vantagem em Michigan e Wisconsin, dois estados-chave do norte do país. 

- O dólar ganha espaço -

No plano cambial, o dólar ganhava terreno no meio da jornada: +0,05% frente ao euro, a 1,1709 por euro, ante 1,1715 dólar no dia anterior.

"Foi declarado que se Donald Trump fosse eleito, isso aumentaria o dólar. E é o que está acontecendo atualmente", comentou John Plassard, da Mirabaud Securities.

O mercado petrolífero se viu surpreso por uma queda nas reservas nos Estados Unidos. 

O preço do barril de petróleo aumentou. Às 17h00 GMT (14H00 de Brasília), o barril de Brent para entrega em janeiro subia 2,57%, e ficava a 40,73 dólares frente ao fechamento da terça-feira. 

O barril de WTI para dezembro subia, por sua vez, 2,55%, vendido a 38,58 dólares, em Nova York.  

Embora, neste momento, seja impossível saber quem entre Donald Trump e Joe Biden ocupará a Casa Branca nos próximos quatro anos, o presidente já reivindicou sua vitória e anunciou que apelará à Suprema Corte para contestar a contagem.

Em meio a tantas incertezas, o banco ING afirma que "uma das poucas coisas que até agora estão claras é que não teremos uma vitória esmagadora dos democratas, como sugeriam as pesquisas, e isso desestabilizou o mercado, que se posicionou para um resultado claro".

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