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Bolsas europeias recuam mesmo com intenção do BCE de ampliar estímulos

Gabriel Roca
·3 minuto de leitura

O Stoxx 600 Europe terminou o dia em ligeira queda de 0,12%, a 341,76 pontos; com queda acumulada de 5,72% até esta quinta, o índice pan-europeu caminha para encerrar sua pior semana desde março Os índices acionários europeus demonstraram um leve movimento de recuperação nesta quinta-feira (29) com a clara intenção do Banco Central Europeu (BCE) em ampliar estímulos monetários na sua próxima reunião de política, marcada para dezembro. No entanto, a melhora dos ativos do continente foi suficiente apenas para apagar as perdas registradas mais cedo. O Stoxx 600 Europe terminou o dia em ligeira queda de 0,12%, a 341,76 pontos. Com queda acumulada de 5,72% até esta quinta, o índice pan-europeu caminha para encerrar sua pior semana desde o auge do estresse provocado pela pandemia nos mercados, em março. Em Londres, o FTSE 100 recuou 0,02%, a 5.581,75 pontos, enquanto, em Paris, o CAC 40 teve ligeira queda de 0,03%, a 4.569,67 pontos. Em Milão e Madri, as referências recuaram 0,14% e 0,97%, respectivamente. Diferente de seus pares, o DAX, de Frankfurt, subiu 0,32%, a 11.598,07 pontos. No entanto, na semana, até esta quinta, o índice alemão registra perdas expressivas de 8,37%. Os mercados europeus registraram uma semana de pânico após o aumento dos casos de covid-19 no continente ter levado autoridades locais a adotar novas medidas de restrição à atividade econômica. Em meio ao cenário desafiador para o crescimento da economia da zona do euro e para as perspectivas de inflação da união monetária, o Banco Central Europeu (BCE) manteve as suas taxas de referência estáveis hoje, com a taxa de depósitos em -0,5%, a de empréstimos em 0,25% e a de refinanciamento em 0%. A autoridade monetária corroborou, porém, a perspectiva de que pode anunciar alguma mudança na sua postura em dezembro, dizendo que "a nova rodada de projeções macroeconômicas da zona do euro em dezembro permitirá uma completa reavaliação das perspectivas econômicas e dos riscos". Com base nestas novas projeções, o conselho "recalibrará os seus instrumentos como for apropriado", disse o comunicado de política monetária do BCE. "Lagarde, em geral, se comprometeu a flexibilizar em dezembro, dizendo que há poucas dúvidas de que as circunstâncias justificarão a recalibração do pacote atual. Lagarde também esclareceu que o BCE está analisando todos os instrumentos, o que, por definição, não exclui um possível corte de taxa", afirmou Petr Krpata, chefe de câmbio para Europa, Oriente Médio e África e estrategista de taxas de juros do ING, sobre a postura da presidente do BCE. "Embora continuemos a pensar que a barreira para um corte ainda é alta, esta é uma mensagem mais forte e mais 'dovish' [favorável ao estímulo] do que o previsto", concluiu. Segundo ele, esse foi o motivo da fraqueza apresentado pelo euro na sessão desta quinta. No início da tarde de hoje, a divisa recuava 0,71% ante o dólar, a US$ 1,1660. Destaques As ações da Royal Dutch Shell subiram 4,05% na sessão, já que os lucros ajustados da gigante do petróleo de US$ 955 milhões foram bem acima da expectativa de US$ 146 milhões. Já a Nokia despencou 18,48%, após ter reduzido sua previsão de lucro.