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Bolsas europeias operam sem direção única após dados do PIB no continente

Rafael Vazquez
·2 minuto de leitura

As bolsas europeias operam sem direção única nesta sexta-feira, após alguns índices do continente reverterem as perdas iniciais depois da divulgação de dados preliminares do PIB do terceiro trimestre na região. Os resultados surpreenderam positivamente embora a perspectiva para o último trimestre do ano seja negativa diante da segunda onda de covid-19 e o restabelecimento de restrições à circulação social para conter a disseminação do vírus. Os investidores globais também trabalham com cautela a poucos dias da eleição americana, na próxima terça-feira. O índice pan-europeu Stoxx Europe 600 virou e opera em leve alta de 0,14%, a 342,30, caminhando assim para terminar a semana com perdas de aproximadamente 5%. O desempenho melhorou depois que o Eurostat, escritório de estatísticas da União Europeia, divulgou que o Produto Interno Bruto (PIB) da região cresceu 12,7% no segundo trimestre ante o trimestre anterior, acima da expectativa de 9,2% de economistas consultados pelo “Wall Street Journal”. O DAX, referência da Bolsa de Frankfurt, também as perdas e opera em queda de 0,16%, a 11.579,67 pontos. O PIB da Alemanha na terceiro trimestre teve crescimento recorde de 8,2% ante o trimestre anterior. Na semana, até o momento, o DAX apresenta queda de mais de 8%. Na Bolsa de Londres, o FTSE 100 ainda recua 0,24%, enquanto o CAC 40, da Bolsa de Paris, sobe 0,27%. O PIB francês se recuperou e cresceu 18,2% no terceiro trimestre após o tombo do segundo trimestre. Na Bolsa de Milão, o FTSE MIB subia 0,06%, depois que o PIB italiano cresceu 16,1% no terceiro trimestre, na margem. Na Bolsa de Madri, o Ibex 35 avança 0,27%. O PIB espanhol cresceu 16,7% na comparação entre trimestres. Contudo, economistas alertam que as previsões para o fim do ano voltam a ser sombrias. “Embora esses números de forte crescimento sejam uma boa notícia, a recente reintrodução de medidas de contenção rígidas em todo o bloco provavelmente fará a recuperação se reverter. Os primeiros dados da pesquisa para o quarto trimestre mostram que a perspectiva já estava escurecendo antes das restrições serem introduzidas”, escreveu em nota após os dados a economista da Oxford Economics Rosie Colthorpe. “Esperamos agora que a economia da zona do euro encolha mais uma vez no quarto trimestre. Se as restrições atuais não controlarem a propagação do vírus, os governos provavelmente irão apertar ou estender as medidas de contenção. Isso significa que os riscos para a perspectiva do quarto trimestre estão claramente negativos”, acrescentou Colthorpe. Vale destacar que alguns investidores ficaram desapontados com o fato de o Banco Central Europeu (BCE) não ter lançado novos estímulos monetários em sua reunião de ontem, mas a instituição deu a entender que vai anunciar mais ações em dezembro.