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Bolsas europeias acentuam queda com temor de ‘lockdowns’; futuros de NY recuam

Rafael Vazquez
·3 minuto de leitura

Preocupações crescentes com segunda onda de pandemia levam ao terceiro dia consecutivo de perdas nos mercados europeus As bolsas europeias ampliam as quedas na manhã desta quarta-feira, com os investidores cada vez mais preocupados com os efeitos da segunda onda de covid-19 no continente. Há rumores de que a França considera anunciar um novo lockdown nacional a partir de amanhã. A Alemanha também avalia voltar a fechar bares e restaurantes. Os números de infectados têm batido novos recordes nos últimos dias, acima das cifras da primeira onda, em março e abril. O mercado também avalia os balanços do terceiro trimestre, entre eles o do Deutsche Bank. Por volta de 10h10, o índice pan-europeu Stoxx Europe 600 caía 2,83%, a 342,59 pontos, enquanto o DAX, referência da Bolsa de Frankfurt, recuava 4,04%, a 11.575,84 pontos. Dos 30 componentes do índice de blue chips alemão, apenas a Delivery Hero operava em alta firme. A Merck oscilava em torno da estabilidade. O Deutsche Bank perdeu gradualmente os ganhos do dia e passou a operar em leve queda. As ações subiram no início do dia depois que o banco reportou o lucro do terceiro trimestre superou as expectativas, pois se beneficiou de um forte desempenho no banco de investimento e uma recuperação mais rápida do que o previsto em seu mercado doméstico. No entanto, os papeis sucumbiram diante do mau humor generalizado nos mercados. Na Bolsa de Paris, o índice CAC 40 caía 3,55%. Em Londres, o FTSE 100 recuava 2,16%. Na Bolsa de Milão a queda era de 3,59% e, em Madri, o Ibex 35 cedia 2,70%. “Severo. Essa é a única palavra que pode descrever os mercados na manhã desta quarta-feira. O medo dos investidores ataca os preços das ações de maneiras não vistas desde o início da fase ocidental da pandemia em março", disse Connor Campbell, da Spreadex, destacando os relatos de que a França considera anunciar um ‘lockdown’ nacional de um mês. “Está ficando feio enquanto o mercado se agita em uma confusão total, mas pode ficar mais escuro à meia-noite. Reportagens da imprensa sugerem que a França planeja um lockdown de um mês começando amanhã à meia-noite”, destaca em nota clientes nesta manhã o estrategista-chefe da AxiCorp, Stephen Innes. O cenário ainda se torna mais pessimista depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, disse ontem que o novo pacote de estímulo fiscal no país ficará mesmo para depois das eleições em meio ao aumento da incerteza sobre o resultado. Nas últimas semanas, o mercado vinha consolidando a impressão de uma vitória de Joe Biden e do Partido Democrata para a Casa Branco e para o Congresso, mas novas pesquisas mostraram que o republicano tem conseguido diminuir a vantagem do rival em estados determinantes como a Pensilvânia. Desde que Trump prometeu contestar o resultado das eleições caso perca, boa parte dos investidores passaram a torcer de certa forma para uma vitória de Biden que não dê margem a um movimento que pode acentuar a agitação civil na maior economia do mundo. O mercado ainda segue monitorando as notícias sobre vacinas contra a covid-19 e a última não foi das mais animadoras, já que a Pfizer informou que ainda não foi capaz de determinar o quão bem a sua vacina protege contra a doença na terceira fase de testes. Em Nova York, também por volta de 10h10, os futuros do Dow Jones caíam 2,27%, os do S&P 500 cediam 1,97% e os do Nasdaq recuavam 1,67%. Francisco Seco/AP