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Bolsas em NY seguem para 3º dia de perdas, mas se afastam das mínimas intradia

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·3 minutos de leitura

Números de seguro-desemprego e impasse sobre pacote fiscal alimentam incerteza, enquanto aumento de casos de infecção gera apreensão quanto a novas restrições Os índices acionários em Nova York seguem registrando perdas nesta quinta-feira, mas se afastaram das mínimas intradiárias durante a tarde. Os temores sobre novas medidas de restrição na Europa, o impasse nas negociações por estímulos fiscais nos EUA e os dados de seguro-desemprego no país fazem as ações em Wall Street caminharem para o terceiro dia de perdas consecutivas. Por volta de 16h15, na Bolsa de Valores de Nova York (Nyse), o Dow Jones operava em queda de 0,12%, aos 28.480,04 pontos, enquanto o S&P 500 recuava 0,27%, aos 3.479,10 pontos. O índice eletrônico Nasdaq cedia 0,56%, aos 11.703,15 pontos. A queda dos índices acionários hoje é acentuada pelo desempenho ruim das cinco maiores empresas do mercado americano. A Apple recua 0,40%, a Microsoft cede 0,64% e a Amazon recua 1,52%. Ao mesmo tempo, as ações da Alphabet recuam 0,55% e do Facebook caem 2,20%. Colin Zimmer/Nyse/AP As novas restrições impostas na Europa para tentar conter o avanço da pandemia de covid-19 ameaçam a recuperação econômica do continente e lançam dúvidas sobre se o padrão se repetirá em outras partes do mundo. A França juntou-se ao Reino Unido e impôs ontem novas restrições sociais, incluindo a declaração do estado de emergência e um toque de recolher noturno em várias regiões metropolitanas do país. "Há uma série de manchetes em vários países, incluindo Alemanha, França e Itália, de que casos suspeitos de covid-19 estavam aumentando ou ultrapassando os picos de março nesses países e que os governos estão considerando ou, no caso da França, já se movendo em direção à implementação de restrições mais duras sobre socialização e viagens", afirmam os analistas de taxas de juros do Rabobank, em nota. Nos Estados Unidos, o persistente impasse nas negociações sobre um novo pacote de estímulos nos EUA também permanece no radar dos agentes financeiros. Nesta manhã, o secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, afirmou à CNBC que um pacto sobre um acordo antes do final do ano não era algo que ele queria descartar, mas os republicanos do Senado ainda precisam concordar. As preocupações se agravaram à medida que os dados do mercado de trabalho americano divulgados nesta manhã apontaram para uma nova alta no número de pedidos de seguro-desemprego no país. Segundo o Departamento do Trabalho, os pedidos iniciais de seguro-desemprego nos EUA somaram 898 mil na semana passada, subindo em 53 mil em relação ao número da semana imediatamente anterior, que foi revisado para 845 mil. O número contrariou a expectativa dos economistas consultados pelo The Wall Street Journal, de queda a 830 mil. O total para a semana encerrada em 10 de outubro foi o maior desde 22 de agosto e fornece outro sinal de que o mercado de trabalho americano continua com dificuldades para manter o ritmo de recuperação desde que iniciou a retomada após o colapso visto em março, quando a pandemia de covid-19 causou efeitos devastadores na economia. "O resultado final aqui é que o estado do mercado de trabalho depende da trajetória do vírus, então não podemos descartar novos aumentos e, neste ponto, consideramos uma leitura zero para o 'payroll' [relatório do mercado de trabalho] de outubro como um resultado decente; um declínio claro é inteiramente possível", afirmou o economista-chefe da Pantheon Macroeconomics, Ian Shepherdson.