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Bolsas em NY seguem em forte alta em meio a percepção positiva sobre Biden

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·3 minutos de leitura

Para parte do mercado, eventual vitória de candidato democrata em eleições nos EUA seria mais favorável a gastos com infraestrutura Os índices acionários em Nova York vão registrando uma sessão de ganhos consistentes até o início da tarde, com o S&P 500 apresentando alta generalizada em quase todos os setores. Perto de 12h50, o Dow Jones operava com ganhos de 1,33%, aos 28.050,46 pontos, enquanto o S&P 500 subia 1,34%, aos 3.393,37 pontos. O índice eletrônico Nasdaq avançava 1,63%, aos 11.255,06 pontos. Há pouco, 10 dos 11 índices setoriais do S&P 500 operavam em alta, com destaque para os papéis mais sensíveis ao crescimento econômico. O segmento de materiais subia 2,23%, liderando os ganhos diários, acompanhado dos setores de energia (+1,89%), financeiro (+1,73%) e da indústria (+1,80%). Alguns investidores atribuem o movimento à liderança de Joe Biden, candidato democrata à presidência dos Estados Unidos, nas pesquisas de intenção de voto. Segundo parte do mercado, uma vitória de Biden, que pode ser acompanhada pelo controle democrata no Senado, seria mais favorável a gastos com infraestrutura. Essa perspectiva também impulsiona os rendimentos dos Treasuries longos, que operam em forte alta na sessão. Mais cedo, os índices abriram em alta moderada, com os investidores recebendo positivamente as notícias de que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, teve alguma melhora em seu estado de saúde, e, segundo autoridades, pode ter alta do hospital ainda hoje. Ao mesmo tempo, os agentes financeiros seguem monitorando as negociações entre democratas e a Casa Branca por um novo pacote de estímulos fiscais nos EUA. Mark Lennihan/AP O mercado permanece atento aos novos sinais captados pelas pesquisas de intenção de voto nos Estados Unidos. Os resultados da pesquisa do Wall Street Journal e da NBC News realizada nos dois dias após o debate presidencial, na última terça-feira - antes da notícia do diagnóstico de Trump - mostraram Biden expandindo sua liderança para 14 pontos percentuais, uma vantagem de 53% a 39%, entre os eleitores registrados. A pesquisa mostrou Biden com uma vantagem de 8 pontos no mês passado e uma vantagem de 11 pontos em julho, anteriormente sua maior margem desde o início da campanha. Parte dos analistas acredita que uma vantagem maior para qualquer um dos candidatos poderia evitar a contestação dos resultados na justiça, fato considerado positivo para o mercado acionário. "À medida que as pessoas entendem a ideia de que Biden será presidente e os democratas podem conseguir maioria no Congresso, eles estão percebendo que o impacto sobre o mercado de ações será muito grande, dado um provável estímulo fiscal maior", disse James McCormick, estrategista da NatWest Markets. Nas últimas semanas, os mercados também têm se mostrado cada vez mais céticos de que democratas e a Casa Branca chegarão a um acordo sobre o tamanho e os termos do próximo pacote de suporte do governo para ajudar famílias e empresas atingidas pela pandemia da covid-19. No entanto, o site Politico informou que a presidente da Câmara, Nancy Pelosi, e o secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, consultaram o presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA), Jerome Powell, sobre as negociações do plano de estímulo. Pelosi disse separadamente, em uma entrevista à CBS, que as companhias aéreas não deveriam demitir trabalhadores e que a ajuda a elas será retroativa.