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Bolsas da Europa recuam com temores sobre novas restrições para conter covid-19

·2 minutos de leitura

Os impasses nas negociações por estímulos fiscais em Washington também pesaram no sentimento dos agentes financeiros Os índices acionários europeus terminaram a sessão desta quinta-feira (15) em queda forte, pressionados pelos temores de que novas medidas de restrição para conter o avanço da pandemia de covid-19 possam ameaçar a recuperação econômica do continente. Além disso, os impasses nas negociações por estímulos fiscais em Washington também pesaram no sentimento dos agentes financeiros. O índice Stoxx 600 Europe fechou o dia em queda de 2,08%, aos 362,91 pontos. Em Londres, o FTSE 100 recuou 1,73%, a 5.832,52 pontos, enquanto, em Frankfurt, o DAX caiu 2,49%, a 12.703,75 pontos. O índice CAC 40, referência da bolsa de Paris, fechou em baixa de 2,11%, a 4.837,42 pontos. Em Milão e Madri, os índices de referência recuaram 2,77% e 1,44%, respectivamente. Com a pandemia da covid-19 acelerando no continente europeu, a França anunciou, ontem, um novo toque de recolher em Paris e em outras cidades importantes, ao mesmo tempo em que o Reino Unido discute novas restrições que podem ser aplicadas em Londres. “Em geral, essas restrições vão sacrificar algum nível de atividade econômica para que o contágio seja contido. Os participantes do mercado parecem não ter descontado este cenário, apesar da possibilidade de uma segunda onda pairar pelo noticiário há meses”, disse Charles Campbell, diretor-gerente da MKM Partners. "Era apenas uma questão de tempo até que os investidores não pudessem mais ignorar o forte aumento de novos casos de covid-19 e as novas restrições sendo introduzidas em toda a Europa", escreveu Milan Cutkovic, analista de mercado da Ax, dizendo um segundo "lockdown" europeu, que anteriormente parecia improvável, não pode mais ser descartado. Ao mesmo tempo, as esperanças de que democratas e a Casa Branca chegassem a um acordo sobre um novo pacote de suporte às famílias e empresas americanas atingidas pela pandemia de covid-19, antes das eleições presidenciais nos Estados Unidos, têm esfriado nos últimos dias. "Até agora, foi principalmente a esperança de novas medidas de estímulo que manteve vivo o otimismo. Em Wall Street, no entanto, os investidores agora aceitaram que não haverá acordo entre republicanos e democratas sobre o pacote de estímulo em um futuro iminente", afirmou Cutkovic. O setor de petróleo fechou o dia em forte queda, de 3,11%, pressionado pelas perspectivas de queda na demanda por energia com as novas medidas de restrição impostas em solo europeu. A Royal Dutch Shell caiu 3,67% e a BP cedeu 2,92%. A rival francesa, Total, caiu 3,27%, ao anunciar que as margens de refino foram negativas no terceiro trimestre. Já a farmacêutica Roche Holding desvalorizou 3,49%. A companhia suíça disse que ainda espera que as vendas cresçam no ano, mesmo com as vendas do terceiro trimestre tendo registrado queda.