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Bolsas da Europa fecham sem direção única com incertezas sobre estímulos nos EUA

·3 minutos de leitura

Os investidores atribuem o desempenho fraco das ações do continente às idas e vindas relacionadas à aprovação de um novo pacote de estímulos fiscais nos Estados Unidos Os índices acionários europeus não tiveram força para estender os ganhos dos últimos dias e terminaram a quarta-feira (7) sem direção única e próximos da estabilidade. Os investidores atribuem o desempenho fraco das ações do continente às idas e vindas relacionadas à aprovação de um novo pacote de estímulos fiscais nos Estados Unidos. O índice Stoxx 600 Europe terminou o dia em queda de 0,12%, aos 365,45 pontos. Em Londres, o FTSE 100 recuou 0,06%, aos 5.946,25 pontos, enquanto, em Frankfurt, o DAX subiu 0,17%, a 12.928,57 pontos. Em Paris, o CAC 40 recuou 0,27%, aos 4.882,00 pontos. Em Milão, o FTSE MIB subiu 0,03% e, em Madri, o IBEX 35 caiu 0,38%. Após um fechamento ligeiramente positivo para as ações europeias ontem, o presidente americano, Donald Trump, anunciou a suspensão das negociações com democratas por um novo pacote de estímulos fiscais nos EUA. O movimento provocou uma forte aversão ao risco, derrubando os índices de Nova York no fim do pregão de terça (6). Horas depois, contudo, Trump se manifestou favoravelmente no Twitter pela aprovação de estímulos pontuais. A aparente mudança de postura do líder da Casa Branca trouxe alívio aos investidores, que retomaram as compras no mercado acionário. Apesar do otimismo do mercado acionário, o principal conselheiro econômico da Casa Branca, Larry Kudlow, disse que há uma "baixa probabilidade" de o Congresso dos EUA concordar com o pedido de Donald Trump para aprovação de medidas de estímulos gradativas para ajudar a economia americana. "A reação do mercado pode parecer ingênua, mas a demanda por ações sugere que os investidores de longo prazo estão convencidos de que a economia dos Estados Unidos receberá um grande pacote de estímulo, independentemente de quem será o presidente em 2021, e que a convicção continua a apoiar fortemente o mercado acionário", afirmou o diretor-executivo da BK Asset Management, Boris Schlossberg. Dados econômicos Na Europa, dados mostraram que a produção industrial alemã caiu 0,2% em agosto, na comparação mensal, após três meses consecutivos de crescimento. Berlim se tornou a última cidade europeia a introduzir horários de fechamento mais rígidos para bares e negócios, que devem encerrar às 23h. Madri e Paris já haviam adotado medidas semelhantes. No noticiário corporativo, as ações da Tesco recuaram 0,65%, mesmo após a rede de supermercados ter relatado um lucro maior antes dos impostos na primeira metade do ano fiscal de 2021, com aumento da receita. As ações da Rolls-Royce Holdings subiram 4,43%. Os papéis da empresa de engenharia saltaram 21,56% ontem, um dia depois de a empresa anunciar uma oferta de títulos conversíveis de US$ 1,3 bilhão e ganhar um contrato na Índia. Os fabricantes de bebidas também fecharam o dia em alta, com as ações da Heineken subindo 3,51%, da Pernod Ricard, 1,29%, e da Anheuser-Busch InBev, 1,74%. Já os papéis da Diageo subiram 0,67%. Uma equipe de analistas da Jefferies destacou as empresas de bebidas como pertencentes a um ambiente positivo no pós-pandemia. Já as ações de empresas do setor de energia recuaram, em linha com a queda dos preços do petróleo no mercado internacional. A Total e a BP cederam 1,19% e 2,04%, respectivamente. No início da tarde desta quarta, os futuros do Brent para dezembro caíam 2,46%, a US$ 41,60 o barril, na ICE, em Londres.