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Bolsas da Europa fecham em queda, com avanço da pandemia e balanço da SAP

·3 minuto de leitura

O índice Stoxx 600 Europe encerrou o dia em queda de 1,81%, em Londres, o FTSE 100 recuou 1,16% e, em Frankfurt, o DAX teve perdas de 3,71% Os índices acionários europeus registraram quedas fortes nesta segunda-feira (26), à medida que a pandemia de covid-19 segue avançando na Europa e com os investidores monitorando os resultados corporativos de companhias do continente no terceiro trimestre. O índice Stoxx 600 Europe encerrou o dia em queda de 1,81%, aos 355,95 pontos. Em Londres, o FTSE 100 recuou 1,16% hoje, a 5.792,01 pontos. Em Frankfurt, o DAX teve perdas de 3,71%, a 12.177,18 pontos, enquanto, em Paris, o CAC 40 recuou 1,90%, a 4.816,12 pontos. Em Milão e Madri, as referências caíram 1,76% e 1,40%, respectivamente. Os números de casos e hospitalizações da Europa Ocidental estão aumentando rapidamente, sendo "a única notícia remotamente positiva vindo de uma ligeira queda na curva de novos casos na Holanda e o declínio lento e contínuo nas hospitalizações na região de Madrid", disse o economista-chefe da Pantheon Macroeconomics, Ian Shepherdson. "Em todos os outros lugares, casos, hospitalizações e mortes estão aumentando. A França, agora, está relatando mais de duas vezes e meia de novos casos diários por milhão do que os EUA, e a taxa de positividade dos testes é de 10% e está aumentando, ante 1,2% no final de julho", afirmou. Novas restrições à atividade foram introduzidas na Europa para combater a segunda onda da pandemia do novo coronavírus. A partir de hoje, a Itália fechará bares e restaurantes às 18h, e fechará cinemas e academias, enquanto a Espanha vai adotar um toque de recolher a partir das 23h. O Diretor-Geral da Organização Mundial da Saúde, Tedros Adhanom Ghebreyesus, disse que os países do Hemisfério Norte estão enfrentando um "momento perigoso". Ao mesmo tempo, a demanda por risco global nesta segunda-feira segue negativa, com os investidores refletindo os impasses na aprovação de uma nova rodada de estímulos fiscais nos Estados Unidos. Brexit Os investidores na Europa também estão se posicionando diante das negociações entre a União Europeia e o Reino Unido sobre um acordo comercial pós-Brexit, da reunião do Banco Central Europeu desta semana e das eleições nos EUA, na próxima semana. “A maioria dos investidores deseja permanecer otimista sobre o potencial de alta dos mercados de ações, mas estão se tornando cada vez mais céticos sobre o próximo pacote de estímulo dos EUA. Além disso, os recentes níveis de infecção recordes em muitos pontos críticos levaram a UE a implementar restrições mais duras (toque de recolher em toda a Espanha, as medidas italianas mais duras desde maio) que devem prejudicar as empresas ”, disse Pierre Veyret, analista técnico da ActivTrades . O índice Ifo de clima de negócios na Alemanha caiu em outubro pela primeira vez em cinco meses. Destaques Paralelamente, no noticiário corporativo, a SAP despencou 21,94% hoje — seu pior desempenho diário desde 1996 —, após a gigante alemã de software de negócios ter revisado para baixo sua perspectiva de 2020, dizendo que as empresas têm sido mais cautelosas em investimentos e gastos. A SAP também anunciou que sua margem operacional para 2023 será até 5 pontos percentuais menor do que em sua meta anterior. Já os papéis da Bayer subiram 0,31% depois que a empresa farmacêutica e química alemã disse que pagaria até US$ 4 bilhões pela Asklepios BioPharmaceutical, uma empresa biofarmacêutica, com sede nos EUA, especializada em terapias genéticas. As companhias do setor de lazer e turismo fecharam em queda consistente nesta segunda-feira, pressionadas pelas novas medidas de restrição à atividade econômica e à piora da pandemia no continente. O segmento recuou 3,30% dentro do Stoxx 600, com destaque negativo para os papéis da Carnival, que caíram 9,96% e da Tui, que desvalorizaram 8,89%.