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Bolsas da Europa fecham em queda e encerram pior semana em três meses

·3 minutos de leitura

As preocupações com o crescimento de casos de covid-19 na região afastaram a demanda por ativos do continente nos últimos dias Os índices acionários europeus terminaram a sexta-feira (25) em queda e registraram a pior semana desde o início do mês de junho. As preocupações com o crescimento de casos de covid-19 na região, que culminou com a adoção de novas medidas de restrição por parte de autoridades em vários países, afastaram a demanda por ativos do continente nos últimos dias. Nesta sexta-feira, o índice Stoxx 600 Europe terminou o dia em queda de 0,10%, aos 355,51 pontos, acumulando perdas de 3,60% na semana. Em Frankfurt, o DAX perdeu 1,09%, a 12.469,20 pontos e, em Paris, o CAC 40 recuou 0,69%, fechando o dia a 4.729,66 pontos. Em Milão e Madri, as referências caíram 1,10% e 0,23%, respectivamente. Já, em Londres, o FTSE 100 foi o único que encerrou o dia em alta de 0,34%, aos 5.842,67 pontos. No acumulado semanal, as bolsas de Londres, Frankfurt, Paris, Milão e Madrid acumularam perdas de 2,74%, 4,93%, 4,99%, 4,23% e 4,35%, respectivamente. O governo britânico se juntou a outros países europeus para oferecer ajuda estendida às empresas, diante de um novo aumento nos casos de coronavírus no país. O anúncio segue a imposição, nesta semanan de um novo conjunto de restrições à economia do Reino Unido por causa do avanço da pandemia, o que leva alguns analistas a preverem uma nova desaceleração da economia este ano. Já o governo espanhol recomendou um "lockdown" total em Madri para reduzir a propagação do vírus, segundo anunciou hoje o ministro da Saúde, Salvador Illa. Anteriormente, as restrições foram colocadas em áreas mais pobres e densamente povoadas, mas o aumento contínuo de casos empurrou o total de infecções no país, que superou 700 mil infectados, com Madri sendo responsável por mais de um terço das internações hospitalares na Espanha. "Na Europa Ocidental, o número de novas infecções está aumentando em muitos países, em alguns casos dramaticamente. Espanha, França e República Tcheca, onde o pico da segunda onda de infecções ainda não parece ter sido alcançado, são atualmente os países mais afetados", afirmam os analistas do Commerzbank, em nota. Os investidores “têm todo o direito de se preocupar com o rali no mercado de ações, que está sob grande ameaça. Os setores de companhias aéreas, varejo e hospitalidade devem ser monitorados, enquanto os investidores continuam a questionar o futuro ”, disse Naeem Aslam, analista-chefe de mercado chefe da AvaTrade. EUA Ao mesmo tempo, os impasses para a aprovação de um projeto de lei que garanta estímulos fiscais nos Estados Unidos antes da eleição presidencial de novembro têm pesado no sentimento dos investidores globais. “Dado o impasse político contínuo, pensamos que as chances de aprovação do pacote fiscal agora caíram para menos de 20%. Se um acordo não for alcançado até o fim de setembro, é quase certo que não acontecerá até o próximo ano", disse Bénédicte Lowe, estrategista do BNP Paribas em Londres, em nota enviada aos clientes. O índice setorial dos bancos do Stoxx 600 fechou o dia em queda de 1,23% e registrou uma nova mínima histórica. As ações do BNP Paribas e do UBS Group caíram 2,92% e 2,97% cada, enquanto o Crédit Agricole perdeu 3,48%. As companhias aéreas estiveram novamente sob pressão. As ações da operadora IAG, recuaram 0,63%, a Lufthansa perdeu 2,70% e a Ryanair recuou 0,13%.