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Bolsas da Europa fecham em alta, após forte queda na véspera

·3 minutos de leitura

Apesar do alívio, o avanço no número de infecções por covid-19 no continente continua influenciando o humor dos investidores; o francês CAC 40 e o espanhol IBEX 25 recuaram Os principais índices europeus encerraram a sessão desta terça-feira (22) em alta, após terem registrado o pior pregão em meses na sessão da véspera. Apesar do alívio momentâneo, o avanço no número de infecções por covid-19 continua pesando sobre o sentimento dos investidores, que temem que novas restrições à atividade econômica possam desacelerar a recuperação da atividade no continente. "Embora o pânico inicial possa ter passado, o risco de novos 'lockdowns' não passou. Os números [da pandemia] estão piorando a cada dia e mais restrições estão sendo impostas como resultado. Os governos de todo o mundo estarão desesperados para evitar novamente os bloqueios nacionais totais", afirmou o analista sênior de mercados da Oanda na Europa, Craig Erlam. O índice Stoxx 600 Europe encerrou a sessão com leve alta de 0,20%, aos 357,55 pontos. Em Londres, o FTSE 100 subiu 0,43%, a 5.829,46 pontos, enquanto, em Frankfurt, o DAX subiu 0,41%, aos 12.594,39 pontos. Em Paris, o CAC 40 recuou 0,40%, aos 4.772,84 pontos. Em Milão, o FTSE MIB subiu 0,54% e, em Madrid, o IBEX 35 caiu 0,65%. Vários países europeus, incluindo França, Espanha e Reino Unido, estão lutando contra o aumento do número de casos de covid-19 novamente. O primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, anunciou nesta terça-feira a adoção de medidas mais rígidas para frear a disseminação da doença no país, que enfrenta um novo surto de casos nas últimas semanas. Em discurso na Câmara dos Comuns, Johnson informou que as ações anunciadas hoje valem apenas para a Inglaterra e não representam um “lockdown” completo, já que grande parte da economia continuará funcionando normalmente. No entanto, avisou que as medidas podem permanecer por pelo menos seis meses, caso não haja progresso. A partir de quinta-feira (24), pubs, restaurantes e bares terão que fechar às 22h na Inglaterra. Os estabelecimentos poderão fazer entregas depois desse horário. Os proprietários terão que respeitar a chamada “regra dos seis”, que limita aglomerações no país, e obrigar que os clientes cumpram normas de distanciamento social. No entanto, o anúncio das medidas trouxe certo alívio para os mercados. "As restrições têm mais a ver com distanciamento social e precauções de saúde, e o impacto econômico provavelmente não será tão ruim quanto se pensava", disse David Madden, analista de mercado da CMC Markets no Reino Unido. “Projetamos um retrocesso temporário modesto, em resposta a restrições mais direcionadas e regionais”, disse Holger Schmieding, economista-chefe do Banco Berenberg. “Muitas dessas medidas afetarão partes dos gastos do consumidor (principalmente serviços como lazer, entretenimento, turismo, etc.) de forma desproporcional. Esperamos que essas medidas amorteçam temporariamente, mas não inviabilizem a recuperação econômica geral”, afirmou. Destaques Os setores de automóveis e óleo e gás foram destaques positivos na sessão de hoje dentro do Stoxx 600. O segmento de energia avançou 1,33%, enquanto o automobilístico subiu 1,10%. As ações europeias de petróleo e mineração pegaram impulso na alta dos preços do petróleo e de alguns metais básicos. BP (+2,52%), Royal Dutch Shell (+2,71%), Repsol (+1,57%) e Total (+0,71%) foram alguns dos papéis que encerraram a sessão desta terça em alta.