Mercado fechará em 2 h 33 min
  • BOVESPA

    109.760,73
    -25,57 (-0,02%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    42.428,05
    -308,43 (-0,72%)
     
  • PETROLEO CRU

    45,37
    +0,46 (+1,02%)
     
  • OURO

    1.809,30
    +4,70 (+0,26%)
     
  • BTC-USD

    19.071,36
    -195,29 (-1,01%)
     
  • CMC Crypto 200

    379,58
    +9,06 (+2,45%)
     
  • S&P500

    3.624,29
    -11,12 (-0,31%)
     
  • DOW JONES

    29.901,11
    -145,13 (-0,48%)
     
  • FTSE

    6.381,75
    -50,42 (-0,78%)
     
  • HANG SENG

    26.669,75
    +81,55 (+0,31%)
     
  • NIKKEI

    26.296,86
    +131,27 (+0,50%)
     
  • NASDAQ

    12.126,25
    +50,25 (+0,42%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,3572
    -0,0397 (-0,62%)
     

Bolsas asiáticas fecham mistas; Credit Suisse vê efeito limitado de 2ª onda de covid

Rafael Vazquez
·2 minuto de leitura

Estrategista aponta mudança em padrões de consumo no Ocidente que pode favorecer exportações asiáticas As principais bolsas asiáticas fecharam sem direção única nesta quarta-feira. A aversão ao risco foi menor do que é vista nesta manhã na Europa, onde os investidores monitoram as informações de que a França considera impor um novo lockdown nacional para conter a segunda onda da covid-19 no país. No entanto, a cautela também esteve presente. O Nikkei, índice de referência da Bolsa de Tóquio, caiu 0,29%, a 23.418,51 pontos, e o Hang Seng, da Bolsa de Hong Kong, recuou 0,32%, a 24.708,80 pontos. Já o Kospi, da Bolsa de de Seul, terminou o dia em alta de 0,62%, a 2.345,26 pontos. Na China continental, os sinais de recuperação da economia impulsionou as ações de empresas de consumo e saúda e os principais índices acionários também encerraram o dia com ganhos. O Xangai Composto subiu 0,46%, a 3.269,24 pontos, e o Shenzen Composto avançou 0,68%, a 2.239,11 pontos. Ahn Young-joon/AP Para o estrategista de ações na região Ásia-Pacífico do Credit Suisse, Dan Fineman, a Ásia os impactos da segunda onda de covid-19 serão limitados na região. “Acredito que a Ásia será resiliente em face de uma segunda onda [da covid-19] em mercados desenvolvidos no Ocidente”, afirmou Fineman em entrevista à rede CNBC. “Precisamos olhar para a mudança nos padrões de consumo que ocorreu no Ocidente desde o início da pandemia de covid. Embora os gastos com serviços tenham caído em vários países com a pandemia, vimos uma mudança nos padrões de consumo de serviços para bens - e isso permitiu que as exportações asiáticas melhorassem nos últimos meses”, acrescentou o estrategista do Credit Suisse. “Enquanto essa mudança nos padrões de consumo no Ocidente continuar longe dos serviços e em direção aos bens, na verdade, os danos à Ásia de uma segunda onda no Ocidente podem ser bastante limitados”, concluiu na entrevista à CNBC.