Bolsas da Ásia fecham em alta otimistas com EUA

As bolsas asiáticas fecharam em alta, com foco ainda nas negociações para evitar o abismo fiscal nos EUA. O presidente Barack Obama mostrou nesta terça-feira (19) que está disposto a chegar a um acordo sobre o nível de receita anual de alguns cidadãos que poderão ser alvo de impostos mais altos.

Na Austrália, a Bolsa de Sydney alcançou sua máxima em 17 meses, após legisladores nos EUA sinalizarem que um acordo para contornar o déficit fiscal está mais próximo. O índice S&P/ASX 200 avançou 0,49% e encerrou aos 4.617,80 pontos. As ações de empresas de recursos continuam se beneficiando da alta recente dos preços do minério de ferro. BHP Billiton e Rio Tinto subiram 1%. Já a Fortescue Metals avançou 1,4%.

Em Taiwan, a Bolsa de Taipé foi impulsionada pelas ações de financeiras. O índice Taiwan Weighted subiu 0,44% e terminou aos 7.677,47 pontos. A realização de lucros das blue chips de tecnologia tem contribuído para a manutenção do índice em alta. As ações da HTC e da MediaTek caíram, respectivamente, 1,4% e 2,5%. Os papéis da Cathay Financial subiram 3,1% e os da Fubon Financial ganharam 2,1%.

Em Hong Kong, o índice Hang Seng avançou 0,6% e fechou aos 22.623,37 pontos. A Esprit Holdings caiu 4,5% após afirmar ontem que espera registrar um prejuízo no segundo semestre de 2012 devido a resultados operacionais piores do que o esperado no período de julho a setembro. Nas Filipinas, o índice PSEi teve alta de 2,1% e terminou aos 5.752,39 pontos, puxado para cima por ações do setor financeiro e imobiliário.

Na China, o índice Xangai Composto fechou estável em 2.162,24 pontos e o índice Shenzhen Composto teve leve alta de 0,7%, a 822,72 pontos. As ações foram influenciadas pelas varejistas e fabricantes de carros, visto que os dois setores foram estimulados por expectativas de que novas medidas de estímulo do governo impulsionarão o consumo. Os papéis do setor financeiro recuaram devido à realização de lucros. Na Coreia do Sul, não houve negócios nesta quarta-feira em razão das eleições presidenciais no país. As informações são da Dow Jones.

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