Mercado fechado
  • BOVESPA

    111.910,10
    -701,55 (-0,62%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    50.661,86
    +195,84 (+0,39%)
     
  • PETROLEO CRU

    87,29
    +0,68 (+0,79%)
     
  • OURO

    1.792,30
    -2,70 (-0,15%)
     
  • BTC-USD

    37.728,12
    +1.106,50 (+3,02%)
     
  • CMC Crypto 200

    863,83
    +21,37 (+2,54%)
     
  • S&P500

    4.431,85
    +105,34 (+2,43%)
     
  • DOW JONES

    34.725,47
    +564,69 (+1,65%)
     
  • FTSE

    7.466,07
    -88,24 (-1,17%)
     
  • HANG SENG

    23.550,08
    -256,92 (-1,08%)
     
  • NIKKEI

    26.717,34
    +547,04 (+2,09%)
     
  • NASDAQ

    14.430,25
    +443,50 (+3,17%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,9813
    -0,0427 (-0,71%)
     

Bolsa testa recuperação após tombo da véspera por conta do Fed

·2 min de leitura
***ARQUIVO***SÃO PAULO, SP, 09.05.2015 - Movimentação de pessoas dentro da Bolsa de Valores de SP. (Foto: Diego Padgurschi/Folhapress)
***ARQUIVO***SÃO PAULO, SP, 09.05.2015 - Movimentação de pessoas dentro da Bolsa de Valores de SP. (Foto: Diego Padgurschi/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Após fechar no negativo nos três primeiros pregões do ano, a Bolsa de Valores do Brasil ensaia uma sessão de recuperação nesta quinta-feira (6).

Por volta das 11h, o Ibovespa, principal índice acionário do mercado local, operava em alta de 0,53%, negociado aos 101.540 pontos. No câmbio, o dólar oscilava perto da estabilidade, cotado a R$ 5,7090 para venda.

O dia é marcado por algum ajuste por parte dos investidores, após a forte queda verificada na véspera, reflexo de sinalizações vindas dos Estados Unidos a respeito de um início mais rápido que o previsto do aperto nas condições financeiras e monetárias na maior economia global.

Autoridades do Fed (Federal Reserve, banco central do Estados Unidos) sinalizaram na quarta (5) que pode ser preciso aumentar a taxa de juros antes do esperado diante da pressão inflacionária, de acordo com ata da reunião de política monetária ocorrida em dezembro.

Os formuladores de política monetária concordaram em acelerar o fim do programa de compras de títulos -implementado no início da pandemia- e previram uma antecipação do aumento de juros, alcançando 0,75 ponto percentual durante 2022.

Na agenda doméstica, o destaque do dia fica por conta dos dados da produção industrial divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística)

A produção industrial brasileira recuou 0,2% em novembro de 2021, na comparação com outubro. É a sexta queda consecutiva do indicador.

O resultado representa mais um sinal de fragilidade da economia no quarto trimestre do ano passado. Com o novo desempenho negativo, a produção industrial ficou 4,3% abaixo do patamar pré-pandemia, de fevereiro de 2020, apontou o IBGE.

O dado de novembro veio em nível inferior ao esperado pelo mercado. Analistas consultados pela agência Bloomberg projetavam avanço de 0,1%.

Segundo Rodolfo Margato, economista da XP, as restrições nas cadeias de suprimentos - sobretudo a escassez de semicondutores e chips - vêm prejudicando severamente os setores automotivo e de fabricação de produtos eletrônicos.

"Olhando para 2022, esperamos redução gradual dos gargalos nas cadeias de suprimentos que vêm travando a produção industrial. Por exemplo, cada vez mais empresas na Ásia relatam que as paralisações de fábricas, interrupções no fornecimento de energia e limitações nas estruturas portuárias diminuíram de forma significativa ao longo das últimas semanas", apontou Margato, em nota.

Ele acrescenta que não espera por restrições de mobilidade severas devido à disseminação da variante ômicron do coronavírus, embora o reconheça como um fator de risco relevante a ser monitorado.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos