Mercado fechado
  • BOVESPA

    108.958,68
    -1.616,79 (-1,46%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    41.750,26
    +75,96 (+0,18%)
     
  • PETROLEO CRU

    45,06
    -0,47 (-1,03%)
     
  • OURO

    1.779,80
    -8,30 (-0,46%)
     
  • BTC-USD

    19.397,33
    -11,68 (-0,06%)
     
  • CMC Crypto 200

    380,91
    +16,31 (+4,47%)
     
  • S&P500

    3.621,68
    -16,67 (-0,46%)
     
  • DOW JONES

    29.639,30
    -271,07 (-0,91%)
     
  • FTSE

    6.266,19
    -101,39 (-1,59%)
     
  • HANG SENG

    26.341,49
    -553,19 (-2,06%)
     
  • NIKKEI

    26.433,62
    -211,09 (-0,79%)
     
  • NASDAQ

    12.254,50
    -3,00 (-0,02%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,3934
    +0,0188 (+0,29%)
     

Bolsa supera 105 mil pontos e fecha no maior nível desde julho

Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil*
·2 minuto de leitura

Num dia de contrastes no mercado financeiro, a bolsa voltou a superar a marca de 105 mil pontos e fechou no nível mais alto desde o fim de julho. O dólar alternou altas e baixas, mas terminou próximo da estabilidade, com pequena valorização.

O índice Ibovespa, da B3, fechou esta terça-feira (10) aos 105.067 pontos, com alta de 1,5%. Com ganhos pela sexta sessão seguida, o indicador está no maior nível desde 29 de julho. Somente nos últimos seis pregões, o índice subiu 12,15%. Na máxima da sessão, bateu 105.758 pontos, o que corresponde ao maior nível intradia (dentro de uma sessão) desde 5 de março, antes do início da pandemia de covid-19.

No mercado de câmbio, a moeda norte-americana iniciou o dia em alta, caiu durante a tarde, mas zerou a queda perto do fim das negociações. O dólar comercial encerrou a terça vendido a R$ 5,391, com alta de R$ 0,005 (+0,11%).

Em relação à bolsa, o Ibovespa seguiu as bolsas internacionais, que continuam influenciadas pela eleição de Joe Biden para a presidência dos Estados Unidos e pelas perspectivas mais positivas em relação a uma vacina contra a covid-19.

Quanto ao dólar, a cotação está se estabilizando em torno dos R$ 5,40. O tom no mercado de câmbio foi misto, com alguns investidores esperando sinais mais concretos sobre as vacinas. As moedas emergentes de forma geral perdiam ante o dólar na sessão, depois de valorizações nos últimos dias.

Mesmo próximo de R$ 5,40, o dólar continua bem abaixo das máximas de quase R$ 5,80 alcançadas no começo do mês. Desde a eleição norte-americana, em 3 de novembro, a moeda acumula queda de 6,42%, o que confere ao real um dos melhores desempenhos no período entre as moedas de países emergentes.

* Com informações da Reuters