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Bolsa sobe com exterior favorável, mas dólar avança a R$ 5,52

·3 minuto de leitura
***FOTO DE ARQUIVO*** SÃO PAULO, SP, BRASIL - 09-05-2015 - Gráfico das recentes flutuações dos índices de mercado no pregão da BM & F Bovespa Bolsa de Valores de São Paulo apos o anuncio da anulação do impeachment. (Foto: Diego Padgurschi /Folhapress)
***FOTO DE ARQUIVO*** SÃO PAULO, SP, BRASIL - 09-05-2015 - Gráfico das recentes flutuações dos índices de mercado no pregão da BM & F Bovespa Bolsa de Valores de São Paulo apos o anuncio da anulação do impeachment. (Foto: Diego Padgurschi /Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Bolsa de Valores brasileira abriu em alta nesta quinta-feira (7), acompanhando a tendência global de recuperação dos investimentos de risco. Às 10h59, o Ibovespa, índice de referência da Bolsa, subia 0,22%, a 110.806 pontos.

Apesar do avanço da Bolsa, o dólar subia 0,63%, cotado a R$ 5,5210, demonstrando a preocupação do mercado em buscar a proteção da moeda americana em um período de inflação e dificuldade de crescimento econômico global, situação agravada no Brasil por instabilidades políticas e a dificuldade do governo em equilibrar os gastos públicos.

Para tentar amenizar a desvalorização do real, o Banco Central realiza leilão de swap tradicional para rolagem de até 15 mil contratos com vencimento em junho e setembro de 2022.

Em relação às Bolsas, há uma expectativa de ganhos nesta quinta devido a acordos e intervenções políticas para desacelerar a inflação, aquecer a economia e assegurar compromissos fiscais, segundo Paula Zogbi, analista de investimentos da Rico.

Em Washington, republicanos ofereceram uma proposta de aumento do teto da dívida que evitaria o calote do governo dos EUA até dezembro. Isso estabilizou os juros das Treasuries (os títulos de dívida do país) e beneficiou os mercados.

Ainda sobre os Estados Unidos, os pedidos iniciais de auxílio-desemprego caíram em 38 mil, para 326 mil na semana encerrada em 2 de outubro, informou o Departamento do Trabalho nesta quinta. Economistas consultados pela agência Reuters projetavam 348 mil pedidos para a última semana.

Na abertura, os índices americanos Dow Jones, S&P 500 e Nasdaq subiam 1,45%, 1,08 e 1,45%.

Outro motivo para o ânimo do mercado, segundo Zogbi, foi a divulgação de que Banco Central Europeu estuda um novo plano de compra de ativos, para quando o atual plano expirar em março de 2022, o que significa a continuidade da injeção indireta de dinheiro na economia.

A autoridade monetária europeia discutiu, porém, a retirada dos estímulos, embora tenha destacado que isso deverá ocorrer de forma moderada.

Na Rússia, após o preço do gás natural subir 40% em um dia, o presidente Vladimir Putin prometeu volume recorde de exportação. O petróleo também recua devido ao anúncio do aumento do estoque dos Estados Unidos.

Essas duas informações diminuíram a pressão sobre os preços de energia e devem aliviar os temores de estagflação.

A alta dos preços do gás com a aproximação do inverno no hemisfério norte pode levar a uma mudança para o petróleo que impulsiona a demanda global em várias centenas de milhares de barris por dia, espremendo a oferta já apertada.

A alta nos preços do gás pode levar à substituição pelo petróleo para gerar energia a níveis sem precedentes, previu o banco sueco SEB.

"Isso nunca aconteceu antes em uma escala global. O mercado sempre tentou substituir o petróleo caro por um gás natural muito mais barato", disse Bjarne Schieldrop, analista-chefe de commodities do SEB.

Nesta manhã, o barril do Brent, referência mundial, caía 0,88%, cotado a US$ 80,37 (R$ 442,91). Apesar da tendência de queda dos últimos dias, a alta acumulada neste ano ainda é de 55%.

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