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Bolsa sobe 2% após greve frustrada e fala de Bolsonaro sobre Petrobras

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***ARQUIVO***SÃO PAULO, SP, 09.05.2015 - Gráfico de recentes flutuações dos índices econômicos na sede da Bolsa de Valores de SP. (Foto: Diego Padgurschi/Folhapress)
***ARQUIVO***SÃO PAULO, SP, 09.05.2015 - Gráfico de recentes flutuações dos índices econômicos na sede da Bolsa de Valores de SP. (Foto: Diego Padgurschi/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Bolsa de Valores brasileira fechou em alta de 1,98%, a 105.550 pontos nesta segunda-feira (1º). Os ganhos foram estimulados principalmente pelo bom humor do mercado em relação à não concretização da greve dos caminhoneiros. O dólar, porém, voltou a subir devido ao contínuo processo de busca de investidores por proteção em relação ao risco fiscal do país. A moeda americana avançou 0,49%, a R$ 5,67.

Os caminhoneiros ameaçavam realizar uma paralisação em protesto contra a política de preços dos combustíveis da Petrobras, que segue um sistema de paridade em relação à cotação do petróleo no mercado internacional.

Uma grande mobilização, caso tivesse ocorrido, poderia aumentar o temor do mercado quanto a eventuais intervenções do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) no sistema de preços adotado pela estatal, com resultados prejudiciais aos lucros da empresa.

Bolsonaro, por sua vez, contribuiu para amenizar as tensões envolvendo a Petrobras ao comentar, também nesta segunda, que conversa com a equipe econômica para que os dividendos que o governo recebe da estatal sejam revertidos para abater o preço do diesel.

O mercado avalia que o discurso indica que o governo busca soluções para reduzir os preços dos combustíveis sem interferir na política de preços da estatal, segundo Vitor Carettoni, diretor da mesa de operações de renda variável da Lifetime Investimentos.

As ações preferenciais da Petrobrás, que foram as mais negociadas do pregão, subiram 2,75%.

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