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Bolsa sobe 0,72% à espera de definição sobre PEC do Calote

·2 min de leitura
***ARQUIVO***SÃO PAULO, SP, 09.05.2015 - Painel de indicadores econômicos na Bolsa de Valores de São Paulo. (Foto: Diego Padgurschi/Folhapress)
***ARQUIVO***SÃO PAULO, SP, 09.05.2015 - Painel de indicadores econômicos na Bolsa de Valores de São Paulo. (Foto: Diego Padgurschi/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Bolsa de Valores brasileira fechou em alta de 0,72%, a 105.535 pontos, apoiada sobre o otimismo de investidores com a expectativa de aprovação em segundo turno da PEC (Proposta de Emenda da Constituição) que autoriza o calote no pagamento de precatórios em 2022. A medida liberara espaço no Orçamento para o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ampliar gastos no ano eleitoral.

No final da tarde, porém, o STF (Supremo Tribunal Federal) formou maioria para suspender as emendas de relator, utilizadas por governistas e aliados para barganhar votos para a aprovação da PEC. O revés sofrido pelo governo perto do horário de fechamento do pregão não foi suficiente para reverter a alta da Bolsa.

O dólar cedeu 0,92%, a R$ 5,4910. O recuo da divisa americana também corresponde à visão do mercado de que a PEC do Calote, apesar de ser ruim por criar condições para que o governo drible o teto de gastos, evitará um risco fiscal ainda maior do que o aumento de despesas sem essa contrapartida.

A taxa de juros DI (Depósitos Interbancários) para janeiro de 2023 recuou 0,06 ponto percentual, para 12,15% ao ano.

Com o recuo nos juros de referência para contratos de curto prazo, investidores buscaram negócios no setor de varejo, impulsionando Magazine Luiza e Americanas, que tiveram as maiores altas do pregão.

Analistas também atribuem a queda dos juros às declarações do diretor de política monetária do Banco Central, Bruno Serra, que reforçaram o compromisso da autoridade com o controle da inflação.

Em entrevista publicada nesta segunda pelo Nikkei Asia, Serra afirmou que o Copom (Comitê de Política Monetária) poderá elevar a taxa Selic em mais 1,5 ponto percentual em dezembro.

"Se for necessário elevar a taxa de juros em mais de 150 pontos-base, nós vamos fazer então", disse Serra.

A temporada de balanços também ajudou a fazer preço na Bolsa, como foi o caso do Banco do Brasil, que apresentou lucro líquido de R$ 5,1 bilhões no terceiro trimestre, 48% acima de igual período de 2020, destacou Alexsandro Nishimura, sócio do escritório de investimentos BRA.

As ações da Petrobras (PETR4), que subiram 2,14% e puxaram a lista dos papéis mais negociados do dia. A estatal respondeu à alta do petróleo no mercado internacional. O barril do Brent avançou 1,77%, a US$ 84,91 (R$ 466,58).

Nos Estados Unidos, após registrarem ganhos recordes, os índices Dow Jones, S&P e Nasdaq recuaram 0,31%, 0,35%, e 0,60%, respectivamente.

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