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Bolsa se recupera, sobe 2,22% na semana e volta aos 120 mil pontos

·2 minuto de leitura

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Bolsa de Valores brasileira encerrou esta sexta-feira (27) com valorização de 1,65%, a 120.677 pontos, encerrando a semana com alta de 2,22% após duas quedas semanais consecutivas.

O mercado doméstico acompanhou o desempenho positivo das Bolsas americanas, após o presidente do Fed (Federal Reserve, o banco central dos EUA), Jerome Powell, sinalizar que não haverá redução brusca do pacote de estímulo econômico adotado durante a pandemia.

O dólar caiu 1,12%, a R$ 5,1970, também com reflexo da fala de Powell na conferência econômica de Jackson Hole (EUA).

"Na ausência de novidades relevantes no mercado doméstico, o índice reagiu positivamente, seguindo Wall Street", diz Patrícia Krause, economista-chefe para a América Latina da Coface.

"Ele [Powell] indicou que a redução de estímulos poderia começar ainda neste ano, mas que o Fed seguiria dando suporte à economia mesmo após essa gradual redução, sem dar nenhum indicativo de alta dos juros americanos no curto prazo, dissociando a redução do pacote de estímulos de uma possível alta de juros."

A Bolsa também contou com o impulso das commodities, com destaque para a recuperação do preço do petróleo -o Brent, referência mundial, subiu 2,18%, a US$ 72,62 (R$ 379,07)- e a valorização dos contratos futuros de minério de ferro devido à expectativa de aquecimento da demanda, segundo Rafael Ribeiro, analista da Clear Corretora.

"Com relação ao avanço do minério de ferro, além da expectativa de reposição de estoques na China, a commodity reflete as últimas estimativas de [alta na] produção global", diz Ribeiro.

Petrobras (PETR4), Vale (VALE3) e Usiminas (USIM5) subiram 3,64%, 2,50% e 6,81%, colaborando para o resultado do índice brasileiro.

Dow Jones, S&P 500 e Nasdaq avançaram 0,69%, 0,88% e 1,23%, respectivamente, altas também atribuídas à postura amena do banco central dos Estados Unidos.

As ações do Banco Inter (BIDI11) fecharam em alta de 7,42% após o banco digital anunciar que vai comprar a fintech americana Usend, especializada no mercado de câmbio e de remessas internacionais.

Com a aquisição, o Inter pretende competir com as fintechs americanas Chime e SoFi, disputando clientes digitais.

A compra ainda depende de aprovações regulatórias no Brasil e nos Estados Unidos. O Inter não divulgou os valores da transação.

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