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Bolsa recupera 112 mil pontos com otimismo sobre China e inflação abaixo do esperado

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***ARQUIVO***SÃO PAULO: Painéis de indicadores econômicos na sede da Bolsa de Valores de São Paulo. (Foto: Danilo Verpa/Folhapress)
***ARQUIVO***SÃO PAULO: Painéis de indicadores econômicos na sede da Bolsa de Valores de São Paulo. (Foto: Danilo Verpa/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Bolsa de Valores brasileira abriu em recuperação nesta sexta-feira (8), enquanto o dólar devolvia um pouco dos ganhos acumulados nos últimos dias.

Às 10h55, o Ibovespa, índice de referência do mercado acionário doméstico, subia 1,82%, a 112.600 pontos. A moeda americana caía 0,09%, cotada a R$ 5,5100.

Na véspera, a Bolsa havia chegado ao terceiro pregão beirando a estabilidade desde o recuo de 2,22%, à casa dos 110 mil pontos, na última segunda-feira (4). E o dólar tinha subido 0,52%, a R$ 5,5150 - o maior patamar desde 20 de abril.

Contribuem para o bom humor do mercado alguns dados considerados positivos no exterior e, no caso do Brasil, a divulgação de que a inflação acelerou menos do que o esperado.

O IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), que mede a inflação oficial, subiu 1,16% em setembro e acumula uma alta em 12 meses de 10,33%. Analistas consultados pela Bloomberg esperavam um avanço de 1,25% no mês e de 10,35% no acumulado em um ano.

"O resultado surpreendeu o mercado para baixo, o que em inflação é positivo, ainda mais com a dinâmica ascendente que temos observado nos últimos tempos", diz Étore Sanchez, economista-chefe da Ativa Investimentos.

Apesar dos dados um pouco abaixo das previsões, esta é a primeira vez em dois dígitos desde fevereiro de 2016 (10,36%), segundo levantamento da Reuters.

Nos Estados Unidos, a criação de vagas de trabalho aumentou menos do que o esperado em setembro, em meio ao fechamento de postos no setor público, mas as contratações podem aumentar nos próximos meses, conforme as infecções por Covid-19 diminuem e as pessoas voltam a procurar trabalho.

O Departamento do Trabalho informou em seu relatório de empregos nesta sexta-feira que foram criados 194 mil postos de trabalho fora do setor agrícola no mês passado. Economistas consultados pela Reuters esperavam abertura de 500 mil vagas. A taxa de desemprego recuou para 4,8%, ante 5,2% em agosto.

Os dados de agosto foram revisados para mostrar criação de 366 mil vagas, em vez das 235 mil relatadas anteriormente.

Os índices americanos Dow Jones, S&P 500 e Nasdaq recuavam levemente em 0,16%, 0,03% e 0,05%, respectivamente.

As ações da China fecharam em alta nesta sexta-feira, sua primeira sessão depois de um feriado nacional de uma semana, ajudadas por dados encorajadores do setor de serviços e alívio nas tensões políticas com os Estados Unidos. O índice CSI 300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, avançou 1,3%.

EUA e a China concordaram, em princípio, que seus presidentes realizem uma reunião virtual antes do final do ano, após conversas de alto nível destinadas a melhorar a comunicação entre as duas grandes potências.

A atividade no setor de serviços da China voltou a crescer em setembro, devido ao recuo de um grande surto de Covid-19 na província de Jiangsu, mostrou uma pesquisa do setor privado nesta sexta-feira, oferecendo algum suporte para a economia em desaceleração.

O barril do petróleo Brent, referência para o mercado, subia 1,28%, a US$ 83 (US$ 455,87).

A commodity avança pelo segundo dia seguido, depois de ter recuado na quarta-feira (6) devido à notícia de que os Estados Unidos tinham ampliado seus estoques.

Após o otimismo inicial, o mercado considerou improvável que os Estados Unidos liberassem reservas de emergência ou proibissem as exportações para aliviar a oferta restrita.

A alta do petróleo colabora com as ações da Petrobras (PETR4), que subiam 1,92%. As notícias positivas da China geram otimismo quanto às exportações de minério de ferro do Brasil, beneficiando os papéis da Vale (VALE3), que avançavam 2,15%.

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