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Bolsa recua, e dólar sobe 0,5% para R$ 5,42

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*ARQUIVO* São Paulo, SP, Brasil, 24-01-20109 - Cédulas de dólar. Papel Moeda. Dinheiro. (Foto: Gabriel Cabral/Folhapress)
*ARQUIVO* São Paulo, SP, Brasil, 24-01-20109 - Cédulas de dólar. Papel Moeda. Dinheiro. (Foto: Gabriel Cabral/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O dólar fechou em alta contra o real nesta quarta-feira (11), depois de ficar estável por dois dias. A moeda americana subiu 0,53%, a R$ 5,4190. Já o Ibovespa, principal índice acionário do país, caiu 0,25%, a 104.808 pontos.

O fortalecimento do dólar no exterior deu respaldo ao movimento local, num contexto em que moedas emergentes, que se valorizaram nos últimos pregões, devolveram parte dos ganhos recentes.

A alta do dólar ocorreu em meio a comentários do presidente Jair Bolsonaro que foram interpretados como sinais de que o governo buscará a todo custo manter algum tipo de ajuda financeira a mais vulneráveis em 2021, depois do projetado fim do auxílio emergencial ao término de 2020.

Em evento na terça (10), Bolsonaro destacou que o auxílio emergencial acaba em dezembro. "Como ficam os 40 milhões que perderam tudo?", questionou. Para o mercado, o entendimento é de que seguem riscos de flexibilização do teto de gastos, principal âncora fiscal do país.

"Eliminamos o risco da eleição americana e o risco da pandemia diminuiu. Ficamos agora com as questões domésticas: endividamento público e maior risco geral com uma Selic nas mínimas", disse Fabrizio Velloni, economista-chefe da Frente Corretora, para quem o juro básico da economia, atualmente em 2% ao ano, deveria estar em 4,5% para acomodar os riscos.

"Não temos hoje nenhuma sinalização de movimento eficaz para resolver o problema do déficit público. E existe uma inatividade no governo, caminhamos para mais um trimestre perdido", afirmou.

A "volta à realidade" –nas palavras de um operador de uma corretora, em referência ao retorno das discussões sobre os problemas fiscais domésticos após o alívio externo recente– impactou o mercado de câmbio e também o de juros, em que as taxas de DI de longo prazo dispararam cerca de 20 pontos-base.