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Bolsa recua 0,33% e perde os 105 mil pontos no último pregão antes do Natal

·3 min de leitura
***ARQUIVO***SÃO PAULO, SP, 09.05.2015 - Movimentação de pessoas dentro da Bolsa de Valores de SP. (Foto: Diego Padgurschi/Folhapress)
***ARQUIVO***SÃO PAULO, SP, 09.05.2015 - Movimentação de pessoas dentro da Bolsa de Valores de SP. (Foto: Diego Padgurschi/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Em uma sessão marcada pela baixa liquidez por conta da proximidade das festas de final de ano, a Bolsa de Valores brasileira novamente se descolou do movimento observado entre os pares globais e fechou em leve baixa.

O Ibovespa, principal índice acionário do mercado local, recuou 0,33% nesta quinta-feira (23), encerrando o último pregão antes do Natal aos 104.891 pontos. Na semana, o índice acumulou queda de 2,15%.

Segundo Rodrigo Crespi, analista da Guide Investimentos, foi o terceiro dia seguido em que o mercado local se descolou da tendência vista lá fora, com dados de inflação medidos pelo IPCA-15 que, embora pouco abaixo do previsto, ainda apontam para níveis bastante elevados de preços.

Além disso, a percepção do mercado relativa ao risco fiscal para 2022 após a aprovação do Orçamento do próximo exercício, acrescenta Crespi, tem mantido alguma pressão sobre os preços dos ativos brasileiros de modo geral.

"Tem um risco relacionado ao servidor público, visto que o presidente Jair Bolsonaro (PL) parece querer privilegiar os policias com o reajuste previsto", diz o analista da Guide, acrescentando que a maior preocupação com o fiscal fez a curva de juros subir nesta quinta, mesmo com os dados de inflação ligeiramente abaixo das expectativas.

Já no mercado americano, os principais índices de Wall Street fecharam em alta pela terceira sessão consecutiva nesta quinta, depois que dados encorajadores deram aos investidores mais calma sobre o impacto econômico da variante ômicron do coronavírus, o que melhorou o clima antes do feriado de Natal no exterior.

O S&P 500 avançou 0,62%, enquanto o Nasdaq teve ganhos de 0,85%, e o Dow Jones, de 0,55%.

Ainda no mercado internacional, os preços do petróleo saltaram em uma sessão com pouco volume, e com sinais de que os piores efeitos da variante ômicron podem ser mais contidos do que o previsto anteriormente, mesmo com países impondo restrições de viagem diante do aumento dos níveis de infecção.

O preço do barril de petróleo avançou 2,03%, aos US$ 76,82 (R$ 437,13), a máxima de fechamento desde 26 de novembro e um ganho de 4,5% na semana.

No câmbio, o dólar fechou perto da estabilidade nesta quinta-feira, contido por duas intervenções do BC (Banco Central) com venda de moeda após a cotação saltar acima de R$ 5,70.

Operadores relataram fluxos de saída de recursos, que num período de liquidez menor acabam fazendo mais preço nos negócios.

O dólar à vista foi a R$ 5,7202 na máxima do pregão, alta de 0,91%, às 11h55 e se aproximou desse patamar por volta de 13h13, quando o BC anunciou o primeiro leilão de venda de dólar à vista do dia. A segunda operação ocorreu perto de 14h. Nos dois leilões, o BC colocou um total de US$ 965 milhões (R$ 5,49 bilhões).

A autoridade monetária retomou as operações extraordinárias no mercado à vista, depois de realizá-las pela última vez na terça-feira (20). O Banco Central tem recorrido a esse instrumento em dezembro, período típico de redução de liquidez devido ao menor fluxo de negociações e também às remessas de lucros e dividendos.

No fechamento desta quinta, dólar à vista recuou 0,10%, a R$ 5,6610. Na semana, a moeda caiu 0,37%, reduzindo os ganhos em dezembro para 0,47%. Em 2021, a cotação salta 9,09%.

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