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Bolsa perde fôlego e recua 0,44% influenciada por alta da inflação

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***ARQUIVO***SÃO PAULO, SP: Gráfico das recentes flutuações dos índices de mercado no pregão da Bolsa de Valores de São Paulo. (Foto: Diego Padgurschi/Folhapress)
***ARQUIVO***SÃO PAULO, SP: Gráfico das recentes flutuações dos índices de mercado no pregão da Bolsa de Valores de São Paulo. (Foto: Diego Padgurschi/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Após um dia de recuperação, a Bolsa de Valores brasileira perdia fôlego na manhã desta quarta-feira (25) e registrava queda de 0,44%, a 119,675 pontos, por volta das 11h30.

Apesar de um ambiente de relativa estabilidade no exterior, o mercado doméstico abriu sob a influência da inflação acima das expectativas no Brasil, segundo Lucas Carvalho, analista de investimentos da Toro.

A prévia da inflação oficial acelerou para 0,89% em agosto, segundo dados do IPCA-15 (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15) divulgados nesta quarta pelo IBGE. Essa foi a maior variação para o mês desde 2002, quando o índice ficou em 1%.

"O mercado esperava algo em torno de 0,82% [para a prévia da inflação] e veio 0,89%", comentou Carvalho.

Na terça-feira (24), o índice havia avançado 2,33%, a 120.210 pontos, marcando a maior elevação diária desde janeiro.

Analistas apontam para um cenário de instabilidade devido a indefinições política, fiscal e nos rumos do combate à pandemia de Covid-19.

No exterior, Dow Jones, S&P 500 e Nasdaq variavam 0,08%, 0,12% e 0,01%, respectivamente.

O petróleo tipo Brent, referência mundial, variava 0,08%, a US$ 71,11 (R$ 374,13).

No câmbio, o dólar se mantinha estável, a R$ 5,2610, também influenciado pela calmaria nos mercados globais.

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