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Bolsa fecha semana no azul, mas cai no dia com serviços e varejo fracos

·3 min de leitura
***ARQUIVO***SAO PAULO, SP, BRASIL - 09-05-2015: Foto em múltipla exposição . Gráfico das recentes flutuações dos índices de mercado no pregão da BM & F Bovespa Bolsa de Valores de São Paulo apos o anuncio da anulação do impeachment. -  (Diego Padgurschi /Folhapress)
***ARQUIVO***SAO PAULO, SP, BRASIL - 09-05-2015: Foto em múltipla exposição . Gráfico das recentes flutuações dos índices de mercado no pregão da BM & F Bovespa Bolsa de Valores de São Paulo apos o anuncio da anulação do impeachment. - (Diego Padgurschi /Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Bolsa de Valores fechou esta sexta-feira (12) em queda de 1,17%%, a 106.334 pontos, puxada pela fraqueza no desempenho dos setores de serviços e de varejo, além de uma bateria de resultados decepcionantes de empresas na reta final desta semana.

O resultado do dia não impediu, porém, que o mercado acionário do país apresentasse a sua segunda alta semanal consecutiva, ainda impulsionado pela aprovação pela Câmara da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) dos Precatórios. O Ibovespa, índice de referência da Bolsa, encerrou a semana com ganho de 1,44%. No ano, o indicador acumula queda de 10,66%.

O dólar fechou esta sexta em alta de 0,99%, a R$ 5,4580. No acumulado desta semana, porém, a moeda americana teve desvalorização de 1,16% em relação ao real, também refletindo a redução da percepção de risco fiscal devido à PEC dos Precatórios.

Apesar de autorizar um calote nas dívidas judiciais da União e furar o teto de gastos para que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) amplie o Auxílio Brasil no ano em que ele deverá disputar a reeleição, a PEC passou a ser admitida pelo mercado como uma ameaça fiscal menor do que o aumento das despesas por meio de medida provisória e sem contrapartidas.

No final do mês passado, quando o governo revelou o seu plano de driblar o teto de gastos para ampliar benefícios sociais, o resultado semanal da Bolsa despencou 7,28%, saindo de 114.648 pontos para 106.296 entre os dias 15 e 22 de outubro.

"O que era repulsivo virou atrativo", comentou Nicolas Borsoi, economista-chefe da Nova Futura. "A PEC dos Precatórios, cujo anúncio desagradou ao mercado, levou a uma melhora dos ativos locais e à confusão dos analistas após sua aprovação", disse.

Nesta sexta, após iniciar o pregão em alta, o Ibovespa adotou um viés de queda com a repercussão do anúncio do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) sobre o recuo de 0,6% do volume do setor de serviços em setembro. Havia a expectativa de alta de 0,5%.

"O setor terciário [comércio e serviços] é muito importante porque representa cerca de dois terços da atividade econômica", diz Lucas Carvalho, analista da Toro Investimentos.

Na comparação anual, o setor cresceu 11,4%, mas também ficou abaixo dos 13,5% esperados por analistas. "O avanço robusto na comparação anual se deve à base de referência extremamente deprimida no ano passado, reflexo da restrição de mobilidade imposta pela pandemia em 2020", destacou Guilherme Sousa, economista da Ativa Investimentos.

Na quinta-feira (11), o IBGE informou que o volume de vendas do varejo brasileiro em setembro caiu 1,3% na comparação com agosto, o maior para o mês na série histórica iniciada em 2000.

Resultados trimestrais de empresas divulgadas na quinta também prejudicaram o desempenho da Bolsa nesta sexta.

As ações do Grupo Natura (NTCO3) desabaram 17,54%%. Analistas atribuem a queda ao resultado trimestral considerado fraco em relação às expectativas do mercado e à revisão de estimativas de desempenho, o que acabou até mesmo por ofuscar a divulgação dos planos da fabricante de cosméticos de listar seus papéis nos Estados Unidos.

Os papéis do Magazine Luiza (MGLU3) afundaram 18,32%. A queda das ações ocorreu após a empresa ter reportado desaceleração nas vendas no terceiro trimestre, quando apurou um tombo de quase 90% no lucro líquido ano a ano.

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