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Bolsa estima safra de soja 20/21 da Argentina em 46 mi t por tempo seco e quente

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Colheita de soja em Chivilcoy, Argentina

SÃO PAULO (Reuters) - A safra de soja 2020/21 da Argentina deverá alcançar 46 milhões de toneladas, contra 46,5 milhões estimados em um estudo preliminar de setembro, devido às condições secas e quentes que afetaram as plantas, disse a Bolsa de Cereais de Buenos Aires (BdeC) nesta quinta-feira.

Segundo a entidade, o plantio da oleaginosa na Argentina foi concluído na última semana, com um total de 17,2 milhões de hectares. O país é o maior exportador de óleo e farelo de soja do mundo.

Na semana passada, "grande parte da área agrícola registrou temperaturas acima da média e uma oferta hídrica limitada", disse a BdeC, que explicou que "foram relevados abortos florais e um crescimento escasso", em momento em que muitas plantas estão em fases-chave do desenvolvimento dos rendimentos.

A safra da soja está sendo afetada por uma versão moderada do fenômeno climático La Niña, que gera precipitações abaixo do normal em importantes zonas agrícolas da Argentina.

Em relação ao milho 2020/21, cuja área plantada deve atingir 6,3 milhões de hectares, a bolsa disse que a semeadura está 97,9% concluída, e que as altas temperaturas recentes aceleraram o amadurecimento de alguns lotes, que poderão ser colhidos a partir de fevereiro.

A Argentina é a terceira maior exportadora mundial de milho.

(Reportagem de Maximilian Heath)