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Bolsa estaciona após PIB abaixo do esperado

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*Arquivo* São Paulo, SP, 06.12.2017 - Notas de dólar dos Estados Unidos. (Foto: Gabriel Cabral/Folhapress)
*Arquivo* São Paulo, SP, 06.12.2017 - Notas de dólar dos Estados Unidos. (Foto: Gabriel Cabral/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Os mercados de ações e de câmbio operavam perto da estabilidade no final da manhã desta quinta-feira (2) após a divulgação do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro, que apresentou crescimento, embora ligeiramente abaixo do esperado.

Às 11h28, o dólar recuava 0,06% e acompanhava a tendência de queda global da moeda americana nesta quinta.

Já o Ibovespa recuava 0,01%. O indicador de referência da Bolsa de Valores do Brasil perdia fôlego após ter apresentado ganho de até 1% nas primeiras horas de negociação.

Em um cenário de reabertura da economia, o PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro cresceu 1% no primeiro trimestre de 2022, frente aos três meses imediatamente anteriores, apontam dados divulgados nesta quinta pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

O desempenho ficou um pouco abaixo das expectativas do mercado financeiro. Na mediana, analistas consultados pela agência Bloomberg projetavam alta de 1,2%.

Na véspera, o dólar comercial ganhou força frente ao real em um dia de alta global da moeda americana decorrente de preocupações crescentes com a escalada mundial da inflação.

O fim do lockdown em Xangai, na China, o embargo europeu ao petróleo russo e o envio de armas pelos Estados Unidos à Ucrânia reforçaram expectativas sobre a manutenção da alta dos preços da energia e dos alimentos.

A divisa americana subiu 1,07%, cotada a R$ 4,8050. O Ibovespa, índice de referência da Bolsa, variou 0,01%, em uma sessão marcada por altos e baixos com investidores atentos ao mercado dos EUA.

Em Nova York, o indicador de referência S&P 500 cedeu 0,75%, aprofundando o tombo de aproximadamente 14% desde janeiro. Os índices Dow Jones e Nasdaq recuaram 0,54% e 0,72%, respectivamente.

A inflação da zona do euro acelerou para 8,1% em maio e atingiu novo recorde, superando as expectativas de 7,7%, com aumento generalizado dos preços.

Pressões inflacionárias globais ampliam a expectativa de prolongamento do ciclo de alta dos juros nos Estados Unidos, cuja consequência usual é a valorização do dólar, sobretudo frente a moedas de países de economia emergente.

Em períodos de aversão a aplicações de risco, investidores buscam refúgio no Tesouro dos Estados Unidos, principalmente diante da perspectiva de ampliação dos juros por lá.

O aperto monetário do Fed (Federal Reserve, o banco central americano) também levanta discussões sobre o risco de recessão no país.

Relatório sobre a atividade econômica dos EUA divulgado nesta quarta mostrou que o crescimento da economia começa a perder força no país.

Apesar de reforçar preocupações sobre a recessão, o indicativo de desaceleração também pode ser lido como um sinal de que a política econômica do Fed está sendo efetiva contra a inflação.

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