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Bolsa cai pelo quarto dia com cenário de risco fiscal e inflação

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***FOTO DE ARQUIVO*** São Paulo, SP, Brasil, 24-01-2019: Cédulas de dólar. Papel Moeda. Dinheiro. (Foto Gabriel Cabral/Folhapress)
***FOTO DE ARQUIVO*** São Paulo, SP, Brasil, 24-01-2019: Cédulas de dólar. Papel Moeda. Dinheiro. (Foto Gabriel Cabral/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Bolsa de Valores brasileira caiu pela pelo quarto dia consecutivo nesta quarta-feira (8), igualando uma sequência de baixas que não ocorria há um mês.

Investidores se mostram avessos aos riscos da renda variável em uma semana que combina ameaça quanto ao equilíbrio fiscal no Brasil e expectativas no exterior sobre dados que podem reforçar a inflação global.

O Ibovespa, índice de referência do mercado acionário doméstico, perdeu 1,55% no dia, fechando em 108.367 pontos. É o pior resultado desde 18 de maio (-2,34%). No câmbio, o dólar comercial avançou 0,30%, cotado a R$ 4,8890 na venda.

Enquanto ainda digeriam a proposta do governo de reduzir impostos federais e ressarcir estados que aceitarem zerar o ICMS sobre os combustíveis, investidores voltaram as atenções para o exterior.

As principais Bolsas globais tiveram sessões majoritariamente negativas. Em Nova York, o índice de reverência S&P 500 caiu 1,08%. O Dow Jones perdeu 0,81%. A Nasdaq cedeu 0,73%. O temor da inflação era o principal responsável pelo mau humor.

O Banco Central Europeu comunicará nesta quinta-feira (9) sua decisão sobre o aumento da taxa de juros diante da alta da inflação na região.

Na sexta (10), o CPI (índice de inflação ao consumidor) dos Estados Unidos dará pistas sobre o progresso do aperto monetário do Fed (Federal Reserve, o banco central americano).

"A decisão de juros na Europa e dados de inflação nos EUA podem definir o apetite dos investidores para tomar risco mais à frente", comentou Leandro De Checchi, analista de investimentos da Clear Corretora.

No mercado brasileiro, entre os papéis com maior movimentação, os da Eletrobras chegaram a subir mais de 2% e durante a tarde e ajudaram a amenizar temporariamente o dia ruim. Mas a empresa, controlada pelo governo federal e que está em processo de privatização, perdeu fôlego no final da sessão.

Suas ações ordinárias tiveram ganho de 0,81% no dia do encerramento do prazo para trabalhadores investirem parte do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) na companhia.

A precificação das ações ocorrerá nesta quinta-feira (9). A procura está aquecida e pode movimentar cerca de R$ 35 bilhões, segundo participantes do mercado.

Também entre os destaques positivos, a PetroRio subiu 1,79%, pegando carona na alta do petróleo.

O preço de referência da matéria-prima em estado bruto subia 2,86% no final da tarde, com o barril do Brent cotado a US$ 124,02 (R$ 606,49).

Baixas no setor de commodities metálicas, porém, exerceram a principal influência negativa na Bolsa. A Vale mergulhou 3,44%. Gerdau, CSN e Usiminas afundaram 4,90%, 4,93% e 4,32%, respectivamente.

As quedas no setor refletem uma correção do mercado, com investidores realizando lucros após o segmento registrar altas com a recente redução das restrições sanitárias contra a Covid na China, segundo Leandro Petrokas, diretor da Quantzed.

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