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Bolsa cai mais de 1% e dólar sobe com Americanas, bancos e cautela com China

***ARQUIVO***SÃO PAULO, SP - Movimentação na sede da Bolsa de Valores, a B3, em São Paulo. (Foto: Alessandro Shinoda/Folhapress)
***ARQUIVO***SÃO PAULO, SP - Movimentação na sede da Bolsa de Valores, a B3, em São Paulo. (Foto: Alessandro Shinoda/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Bolsa iniciou esta segunda-feira (16) em queda, enquanto o dólar sobe com intensidade mais moderada, em dia de volume menor de negócios com o feriado de Martin Luther King Jr. nos Estados Unidos, mas com o noticiário agitado pelo caso Americanas e pela reação de Vale e siderúrgicas ao ambiente econômico na China.

Às 12h00, o Ibovespa recuava 1,40%, a 109.360 pontos, enquanto o dólar comercial à vista subia 0,25%, a R$ 5,120.

Os contratos de juros operavam em alta pouco depois das 12h. O vencimento em 2024 subia de 13,44% no fechamento da última sexta-feira (13) para 13,48%. Para 2025, a taxa subia de 12,41% para 12,54%. E para 2027, o avanço era de 12,20% para 12,37%.

A ação ordinária da Americanas recuava mais de 38% no final da manhã desta segunda, e valia menos de R$ 2,00, depois de ensaiar uma recuperação parcial na última sexta-feira (13), quando subiu mais de 15%.

Pouco depois do fechamento do mercado na última sexta, foi tornado público o pedido de proteção concedido pela Justiça à Americanas, para impedir a cobrança imediata de dívidas pelos credores. E no fim de semana, o BTG Pactual contestou essa proteção, alegando que as dificuldades da empresa não têm origem operacional, mas são fruto de fraudes contábeis.

E os problemas da varejista impactam também os bancos, já que todos os gigantes do setor são credores, e suas ações têm peso importante no Ibovespa, como explica João Negrão, assessor de investimentos da SVN.

"Isso ainda toma conta do mercado. Ainda vamos ver como isso impacta os fundos de investimentos em ações, os fundos de renda fixa que têm títulos emitidos pela Americanas", afirma Negrão.

Entre os bancos, as ações preferenciais do Bradesco caíam 2,26%, e as ordinárias tinham queda de 1,75%. As preferenciais do Itaú Unibanco tinham baixa de 1,73%, e as ordinárias do Banco do Brasil caíam 0,25%. As units do BTG Pactual recuavam 3,51%.

Vale e siderúrgicas também caem, e pela sua relevância, contribuem para o dia negativo no mercado de ações. O governo da China se reuniu com representantes de grandes empresas, e advertiu sobre a divulgação de informações, o que traz novos receios de interferência pública no setor privado.

A ação ordinária da Vale recuava 2,52% às 12h05, levando juntos as ordinárias da CSN, com queda de 3,37%, as preferenciais da Gerdua, caindo 2,43%, e as preferenciais classe A da Usiminas, com baixa de 1,92%.

O ambiente macroeconômico também dificulta um melhor desempenho da Bolsa. O boletim Focus do Banco Central, divulgado nesta segunda, traz uma piora nas projeções para inflação e juros para este ano pelos economistas.

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, inicia nesta segunda-feira sua agenda no Fórum Econômico Mundial de Davos, Suíça.

Nesta sexta-feira (13), a Bolsa fechou em queda com o aumento das preocupações com a economia brasileira, enquanto o dólar encerrou a semana no menor patamar desde o início de novembro do ano passado, seguindo tendência mundial.

O Ibovespa fechou em baixa de 0,83% a 110.916 pontos. Mas, na semana, o índice acumulou alta de 1,80%. Já o dólar à vista fechou a sexta em alta de 0,15%, a R$ 5,107. Foi o menor fechamento desde o dia 7 de novembro do ano passado, pouco depois do segundo turno das eleições presidenciais. Na semana, a queda do dólar foi de 2,5%.

Os juros passaram o dia mais próximos da estabilidade. Os contratos com vencimento em 2024 recuaram de 13,45% no fechamento desta quinta para 13,44% nesta sexta. Para 2025, a taxa subiu de 12,40% para 12,42%. Nos contratos de 2027, a taxa avançou de 12,11% para 12,20%.